... E os dedos, ávidos de desejos, / a delinear as curvas, / os gestos, no teclado, / noite adentro./ Vadios de nós... / Nos lençóis virtuais... / Amar o não visto. / Dos gemidos dados, / ouvidos ao longe ,/ oceanos adentro./ E nós, desse jeito... / sem jeito algum ./ Procurando um jeito de, / ao conquistar, / conquistar-se. (Autoria de Ivaldo Gomes )
03 fevereiro 2008
Comunicar através do corpo
— é uma ordem? Eu odeio ordens.
— gostas mais de mandar ou ser mandada?
— nem uma coisa nem outra. Gosto de partilha
— mas na cama ... um tem de mandar e o outro obedecer … ou então à vez
— eu confesso que sou mais controladora
— gostavas de dar-me ordens na cama?
— não é dar ordens...
— então?
— é orientar … é mais indicar o caminho
— o que devo ou não fazer?
— às vezes, nem é preciso dizer ...
— então?
— existe sempre uma comunicação … através do corpo.
Ela aceitara o seu desafio
No dia seguinte, ele tropeçou no seu »nick name» numa sala de conversação. E exigiu-lhe que cumprisse o prometido. Ela, hesitante no início, anuiu, pouco depois, em contar-lhe como tudo se passara.
Ele recostou-se no sofá da sala, em frente ao portátil, tentando adivinhar os gestos, as sensações, o cheiro, o sabor e o toque sedoso da sua pele.
No fim do longo relato, tinha os boxers totalmente esporrados.
27 janeiro 2008
Provocações no IRC
.... os gestos no teclado. Noite adentro.
Vadios de nós .... Nos lençóis virtuais ...
— Olá!
— Boa noite!
— Olá, boa noite
— Sem sono?
— Claro. Que achas?
— E cheia de tesão ou nem por isso?
— Nem por isso. Só me excito à vista do chouriço.
— Lol. Hummmmmm …. Bem disposta ….
— Sempre bem disposta.
— E disposta a quê?
— A enrabar-te com um strap_on.
E tu preferes mulheres com classe ou mulheres ordinárias? Vem-te aqui.
Provocações no IRC
... os gestos, no teclado, noite adentro.
Vadios de nós... Nos lençóis virtuais...
— Olá!
— Boa noite!
— Olá, boa noite
— Sem sono?
— Sim. Vou ficar mais um pouco à espera do Morfeu.
— E cheia de tesão ou nem por isso
— Lol. Algum ... E não é pouco … E não é muito .... Bastante!
— Hummmmmm …. Bem disposta ….
— Sempre bem disposta.
— E disposta a quê?
— A tudo. Lol.
22 janeiro 2008
O ENCONTRO - Assalto ao Castelo
Ela falava, falava, falava ..... falava pelos cotovelos. Deixei-a desabafar. Eu bem tentava escutá-la atentamente, fixando o olhar naqueles olhos doces, mas o meu pensamento voou para outras paragens: sonhos, fantasias, delírios.
Comecei por descalçar o sapato direito. E de forma despercebida mas com firmeza coloquei o pé estrategicamente no meio das pernas dela.
De tão entusiasmada com a conversa nem se «apercebeu» do assalto eminente ao seu «Castelo» já com as defesas destroçadas.
Ia roçando, ao de leve, sentindo a textura sedosa das suas pernas. Quando o pé chegou à altura do joelho, ela estremeceu, dando um salto na cadeira. E corou. Olhou-me nos olhos com uma expressão entre o incrédulo e o divertido.
Estou agora a acariciar abertamente a parte interna das suas coxas, fazendo o jogo da aproximação perigosa. Um avanço seguido de um recuo. Indo e voltando. Chegando cada vez mais perto. Voltando. Chegando mais perto. Até chegar lá.
Apertou-me o pé no meio das suas coxas permitindo que explorasse, agora, sem esforço aquela gruta quente e húmida. Escorria de tal modo que sentia os dedos do pé ensopados na meia.
Puxei inadvertidamente a toalha da mesa com o cotovelo e as chaves do carro caíram ao chão.
Olhei-a, olhos nos olhos, e desapareci por debaixo da mesa.
Agora, era eu que conversava, sofregamente, mas no meio das pernas dela.
PS: não consta do texto, mas é sabido, devido a um desabafo inoportuno de uma comentadora deste blog, que as mesas tinham toalhas até ao chão.
21 janeiro 2008
O ENCONTRO - Deslumbramento
— Olá!
— Olá!
— Senta-te. Obrigado por teres vindo .
— Estás linda … e muito sensual. A cor da blusa faz realçar a cor avelã dos teus olhos . Ficam, ainda, mais cintilantes.
— És um mentiroso, um descarado e um sem vergonha . Estou para saber como acedi ao teu pedido. Mas isto também é para mim um desafio excitante.
— Olha, são agora 19 horas. Que achas à ideia de tomarmos, aqui , um aperitivo e irmos depois jantar à Foz?
— Por mim tudo bem.
— Posso pedir?
— Sim.
— Por favor, dois Manhattan (1) com muito gelo.
Ele queria surpreendê-la. Queria tornar aquele fim de tarde de Setembro memorável, um dia que tão cedo não iria esquecer. Era o prémio mais do que merecido por ela ter aceite o desafio.
Levou-a a jantar ao restaurante mais luxuoso da Foz.
— Uau! Que é isto? Ai, sinto-me mal ! Não estou habituada a ambientes destes !
— Estão todos a olhar para ti por seres a mulher mais linda da sala. Põe esse teu ar altivo e superior. Quero que te sintas como a rainha da noite.
— Tudo isto parece um sonho de fadas. Ou uma cena de um filme de Hollywood. As velas, as luzes, os móveis, a música , o piano. É lindo! Estou deslumbrada!
— Preferia uma mesa num local o mais discreto possível..
— Com certeza - respondeu o empregado, encaminhando-os para a mesa.
(1) Manhattan
½ shot de Martini rosso, 1/2 shot de whisky, algumas gotas de Angostura bitters , Cerejas em calda (opcional). Misturam-se todos os ingredientes com bastante gelo e verte-e para um copo de cocktail gelado. A quantidade de Martini rosso deve ser adicionada a gosto.
20 janeiro 2008
O ENCONTRO - Desafio
— Veste uma saia preta ... justa ... com uma blusa de seda ... pérola ... um decote generoso ... meias pretas transparentes ... e sapatos de salto alto.
— Antes de saíres de casa, tira as calcinhas cor de fogo e coloca-as na carteira.
— Hã?
— Quero sentir o teu cheiro … o teu cheiro a mulher.
— E achas que vou retirar as calcinhas da carteira e dar-tas a cheirar no meio do café? Achas?
— Nada disso. Dir-te-ei, no café, o que vamos fazer.
17 janeiro 2008
Macho Man
“Agora, os homens comportam-se como mulheres», afirma.
“Eu gosto de masculinidade e, hoje, só as mulheres sabem comportar-se como verdadeiros machões”, explica a actriz.
Estava concentrado a ver o jogo na sala, quando ela grita, feita histérica, da cozinha:
«Não julgues que sou tua sopeira! Se queres jantar vem tirar a louça da máquina e põe a mesa!»
Nem respondi.
«Que é que este filho da puta de treinador de merda vê naquela menina do Nuno Gomes? Só com o guarda-redes pela frente e aquele mariconso atira a bola para fora???!!!»
Golo do Porto.
«Fdx! Cambada de cabrões! Esta defesa de merda mete nojo. Desconcentrados, não fazem marcações. Cabrões, filhos da puta. Ide trabalhar malandros!»
Levantei-me do sofá , revoltado. Chego à cozinha e está ela frente aos tachos. Agarro-a com força, ajoelhando-a na minha frente, e ordeno-lhe:
- Chupa-o! Vamos!.
Ela nem pestanejou, habituada que estava aos meus impulsos e caprichos.
Debruço-a sobre a banca da louça, levanto-lhe a saia e arranco as calcinhas minúsculas. Penetro-a, ali mesmo, frenética e selvaticamente.
Quando, no fim, com voz trémula me perguntou: «Porque me fazes estas coisas?» Respondi:
- Faço isto só para te lembrares que, aqui em casa, o macho sou eu !
15 janeiro 2008
Sonhos Húmidos
13 janeiro 2008
Definição de AMIGO
A série de DEFINIÇÕES é encabeçada por esta:
«AMIGO:
Diz-se da pessoa do sexo masculino que tem esse "não sei o quê" que elimina toda a intenção de querer dormir com ele».
Acaba o mail desta forma:
Da amiga Cristina para o amigo JF (João Francisco)
PS: Fxd! Fdx! Fdx! Eu até nem me chateava nada se a auto designada Amiga não fosse um avião (Bouaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!).
12 janeiro 2008
O piropo de hoje é a cópula de amanhã
- Olá, Estrela da minha vida! Queres Cometa?
A sua verborreia libidinosa apanhava de surpresa as estagiárias que passavam por aquela redacção. Poucas foram as que não sucumbiram aos seus estranhos encantos.
No início elas riam-se de tão caricata figura - feio, baixo e pouco elegante. Depois, começavam a não perceber por que razão ele as perturbava tanto.
Seria a voz ou a força poderosa da palavras que mexia com elas daquela forma?
Ao fim destes anos, fui levada a concluir que a falta de pudor pode ser o melhor amigo do homem e o amante mais chegado da mulher.
As mulheres gostam da linguagem despudorada deles. Podem até corar. Fazer de conta que não ouvem. Rir. Contra atacar com o desprezo.
Mas no íntimo de cada uma mora o desejo de tornar aquele piropo primário num facto irremediável e inelutável.
(O Sexo e a Cidália - NS - Condensado e adaptado pelo Trolha)
11 janeiro 2008
Quando Elas decidem ir a jogo
Existem muitos (?) homens livres e descomprometidos. Só que não correspondem aos elevados padrões por si representados.
Procuram um Príncipe Encantado: corpos perfeitos (curioso o facto de o rabo ser das partes do corpo que mais apreciam no homem), sedutores, cultos, educados, inteligentes, com sentido de humor e economicamente independentes.
Embora existam homens descomprometidos que satisfazem estes altos padrões de qualidade, é verdade que são escassos.
Obviamente, que nestas condições existe um desproporção enorme entre a oferta e a procura: uma procura desenfreada para um bem cada vez mais escasso.
E não se julgue que uma mulher menos dotada fisicamente, mas com outros argumentos, desiste de ir ao jogo. Ela sabe como homens interessantes lhe lançam olhares fulminantes. E depois faz comparações com as amigas: se elas conseguiram por que razão não posso eu conseguir?
Em primeiro lugar fazem um varrimento fotográfico das possíveis «vítimas»: amigos, simples conhecidos, maridos, namorados ou amigos das amigas (o facto de serem ou não comprometidos é de somenos importância). Feita a marcação da vítima gizam uma estratégia e um plano de acção. Guerra é guerra. E já só admitem a vitória.
Começam por estudar as suas rotinas: bares, cafés, restaurantes e centros comerciais que frequenta. Cruzam-se com ele, por mera casualidade, medindo as sus reacções e o interesse demonstrado. Elas sabem de antemão que os homens vão a todas. Mas não atacam as suas vítimas de forma ostensiva. O jogo delas é feito de discrição ou subtileza: um olhar, um decote mais ousado ou uma saia justa. Se acham que ele aprecia uma mulher discreta elas nunca se mostrarão abertamente sexuais.
Na caça ao tesouro não existem regras preestabelecidas. Impera, aqui, a lei da selva: a lei do mais forte. Acotovelam-se e trilham caminhos proibidos para serem as primeiras a alcançar o almejado troféu: sexo imediato, descomprometido e sem cobranças com um homem de eleição.
Eles, coitados, são meros joguetes às mãos destas predadoras, malabaristas da sedução
10 janeiro 2008
Pensamentos curvilíneos
09 janeiro 2008
Homens casados e comprometidos
08 janeiro 2008
Pensamentos rectilíneos
mas bem que gostava ver-te desabrochar como uma flor a abrir-se pelo calor do sol.
05 janeiro 2008
É possivel haver amizade (pura) entre um homem e uma mulher?
— sei
— acho que sei
— sei lá
— já nem isso sei
— não, não sabes, era a resposta correcta para tanta indecisão
— o que é ser amigo de uma mulher?
— é saber ouvir os problemas dela com paciência e compreensão, sentir-se feliz por ela ter um novo namorado, alegrar-se com ela nos momentos bons e confortá-la e animá-la nos momentos maus, é levá-la ao cinema e a jantar fora quando ela se sentir só, ….. e … e …
— ser amigo de uma mulher é um bico de obra, é uma carga de trabalhos, é mais complicado que ser seu amante, porra!
— vocês homens são todos iguais. Vêm uma mulher e estão logo a pensar saltar-lhe pra cuequinha
— olha uma coisa, se fosses casada gostavas que o melhor amigo do teu marido fosse uma mulher?
03 janeiro 2008
Ser palerma ou ser sacana? Eis a questão.
— estou diferente como, vais dizer-me?
— sinto-te diferente, mais próxima de mim, estas mais receptiva
— achas?
— e tu sabes o que isso quer dizer muito bem ...
— estou triste.
— sei que estas receptiva a mim
— não tentes confundir-me. Estou a chorar, sabes?
— basta eu querer e tu deixas-te ir. Vais até onde eu te quiser levar. Sinto isso
— pode ser por estar mais carente, não sei.
— mas eu não vou abusar da situação.
— és uma palerma, sabes? É isso que tu és.
— pois, mas se abusasse da tua fraqueza era um sacana.
E tu, preferes os palermas ou os sacanas? Confessa-te aqui
01 janeiro 2008
Uma molha de quando em vez faz bem e desanuvia
— e ainda bem, faz falta.
— pois faz, era uma seca.
— era sim.
— e a humidade faz falta para fazer crescer as coisas.
— sem duvida, mas não em exagero.
— também acho, pode ser prejudicial.
— humidade a mais não é nada saudável, agora uma molha de quando em vez faz crescer tudo e desanuvia.
Carpe Totum (take it all) .... 2008 !
porque é Belo este Planeta Azul, cheio de coisas lindas.
Sussurrar-lhe ao ouvido ...
ouvir as ondas do mar, o chilrear dos pássaros, a força do vento, o mumúrio das águas.
Tocar-lhe ...
Na areia do mar, na terra seca, nas árvores rugosas, na fruta macia.
Cheirá-lo ...
Os aromas dos campos verdejantes, a brisa do mar, o cheiro a café das cidades, o aroma a refugado das aldeias.
Saboreá-lo ...
Lagosta com vinho verde gelado, sandes com leitão da bairrada, cabrito assado no forno, arroz de cabidela.
E .....COMÊ_LO TODO!
Viver, viver, viver, viver, viver, viver, viver, viver !!!
31 dezembro 2007
30 dezembro 2007
Mulheres desesperadas
— olá!
— boa noite
— boa noite
— bem disposta?
— sim.
— e disposta a quê?
— a tudo. Lol.
PS: tinha acabado de chegar do cinema, onde fui ver a Call Girl. A uma das perguntas do autarca corrupto à Soraia Chaves: «E o que faz a menina? Ela responde: «Tudo, Senhor Presidente.»
28 dezembro 2007
Fundamentalista ou distraída?
(quando elas entram em transe não distinguem a fantasia da realidade)
— força querido!
— vem-te em mim
— dá-me o teu leitinho…
— enche-me com tua esporra
— tira, tira, tira fora ...
— vem-te fora!
— dentro não, dentro não!
— siiiiiiiiiiiimmmmmmmmmmm …. estou toda lambuzada da tua langonha.
25 dezembro 2007
Seduceme
sumérgeme en tu piel
ámame con tus caricias
aprisióname en tu cuerpo.
Que se eternice el tiempo
que se paren las horas
que se detengan los minutos
que se borren los segundos.
Súbeme a tu cielo
húndeme en tu amor
méceme en tus olas
ahógame en tus besos.
Bájame nuevamente
muéstrame tu pasión
fúndeme en tu deseos
acúdeme en tu éxtasis.
Enséñame quien eres tú
poséeme mil veces
sedúceme nuevamente
hazme tuya para siempre...
eternamante tua...
(Celine Dion)
22 dezembro 2007
Desanuviar a te(n)são
Oh Manela e para desanuviar a te(n)são porque não vais à Net, experimentar os chats? Já tentaste?.
Ah, Manela, aquele SEXO VIRTUAL que por lá se pratica é a vingança do chinês: obriga os gajos a falar com as mulheres e a terem de constantemente mexer os dedos sobre as teclas.
E qualquer mulher, por mais caladinha que costume ser, só se safa ali a gritar uma meia dúzia de «oh ..... ! ah .......! ui..... ui .... sim....sim..... sim....! não.... simmmmmmmmmmmmm!» e isto na versão mais soft.
Olha, Manela, encontrei-me uma vezes num chat com um tal João_O_Trolha.
Nunca soube o seu verdadeiro nome, nem a sua idade, nem de onde era, nem o que fazia. Ele criava um cenário, eu descrevia como aparecia vestida ou não e lá íamos desenrolando, à vez, a participação de cada um no acto erótico, relatando os gestos, os olhares, os sabores, as sensações à flor da pele e reproduzindo as frases e os grunhidos que naquelas ocasiões costumamos emitir.
Terminava sempre de igual forma, com ele a resmungar que tinha a camisa e as calças cheias de esporra e a despedirmo-nos com um «Inté».
Oh, Manela, o único problema é que aquilo é muito asséptico. É tudo sem cheiro, sem gosto, limpinho e seguro. Sabe a comida plástica desses modernos centros comerciais.
Não é comida a sério.
O que faz falta é animar a malta
- Amor, estás teso?
- Eu estou excitada e toda molhada só de pensar em ti !
19 dezembro 2007
Natal com muito apetite
INGREDIENTES:
6 postas dos lombos do bacalhau (300 g cada), batatas qb, 4 dentes de alhos grandes com casca, 1/4 litro de azeite, 6 ovos, 1 ramo de salsa e flor de sal (1 cebola grande).
PREPARAÇÃO:
Lavam-se muito bem as batatas e cozem-se os ovos (10 minutos) e as batatas com a casca. Assa-se nas brasas o bacalhau previamente demolhado(1).
À parte, põe-se ao lume um recipiente com azeite e os dentes de alho esmagados, até ferver 30 segundos.
Espalham-se as postas do bacalhau e as batatas (sem pele) numa travessa de ir à mesa.
Tiram-se os dentes de alho fritos , no azeite, rega-se com ele o bacalhau (colocado no centro da travessa).
Polvilha-se com flor de sal (sobre as batatas), salsa picada e ovo cozido às rodelas (opcionalmente, cebola crua às rodelas).
A acompanhar um bom vinho tinto alentejano (há muitos por aí).
Bom Natal para todos e ... muito apetite por coisas boas.
(1) Demolhe o bacalhau num recipiente posto no frigorífico com a parte da pele virada para cima, durante 4 a 5 dias, e mude a água duas vezes ao dia.
18 dezembro 2007
Ai, como é diferente o amor em Portugal!
O estudo, que abrangeu 1573 mulheres, dos 19 aos 34 anos, diz, por exemplo, que as portuenses têm em média oito parceiros sexuais; (tantos, assim!!!???) que 14% das lisboetas gostavam de aumentar o tamanho do pénis do namorado e que 17% das funchalenses já tiveram três parceiros sexuais... num só dia.
Definitivamente, as portuguesas estão a sair da casca.
Segundo a FHM, 100% – isso mesmo: todas! – já experimentaram sexo anal.
Para os todos machos latinos pasmados com estes números, aqui vai outro, igualmente significativo.
As mulheres de Lisboa, Braga e Funchal satisfazem-se sozinhas cinco vezes por semana. Aliás, na Cidade dos Arcebispos, elas parecem andar razoavelmente mal servidas: 33% admitem ficar mais excitadas a ver filmes pornográficos do que com sexo real.
Quanto à regularidade das relações, em Coimbra elas dizem que as têm 5,25 vezes por semana contra 3,38 vezes na capital.
Segundo o inquérito, que será publicado na edição de hoje da FHM, as portuguesas não só se emanciparam, como deixaram de uma vez por todas a posição passiva e passaram a ser mais determinadas... talvez até de mais.
É que 12% admitem ter praticado sexo quando o parceiro estava inconsciente ou a dormir e 8% dizem que obrigam fisicamente o namorado a ter relações.
Mas não há-de ter sido nessas circunstâncias que conseguiram fazer o acto durar dentro da média: 31 minutos no Porto e em Braga; 38 em Lisboa e no Funchal.
Atenção, homens de Lisboa: 29% das mulheres da capital confessam que já adormeceram enquanto faziam amor com o seu parceiro.
Isto é humilhante, tanto mais que só 10% deles já passou pela mesma situação. Se calhar é por causa de alguma insatisfação que cada mulher portuguesa tem, em média, claro, 1,4 brinquedos sexuais – número exorbitante quando comparado com a Indonésia, onde elas, em média, apenas possuem 0,36 objectos desses.
FHM é uma revista portuguesa, editada pela Edimpresa, que se dirige ao público masculino
14 dezembro 2007
Fases da Lua
Bato-te na cara
Chamo-te vadia
Faço de ti minha PUTA
Regresso.
Abraço-te com força
Olho dentro dos teus olhos
Faço sentires-te AMADA
Regresso.
Algemo os teus pulsos
Ponho-te de joelhos à minha frente
Faço de ti minha ESCRAVA
Regresso.
Deito-me na tua cama
Possuo o teu corpo
Faço de ti MULHER
Regresso.
Atiro-te ao chão
Puxo os teus cabelos
Faço de ti minha CADELA
Regresso.
Para ti o meu sorriso mais lindo
Acaricio o teu rosto
És ESPECIAL para mim.
Regresso.
Bato-te
Uso-te
ABUSO de ti.
Regresso.
Beijo-te na boca
Provo o teu sabor
És DESEJADA
Regresso.
Faço-te gemer de prazer
És MINHA.
(autor desconhecido)
12 dezembro 2007
... e o Porto aqui tão perto
— pois foi , mas tu aterrorizaste-me.
— como te aterrorizei eu?
— ao ir ao teu bçog fiquei aterrorizada.
— que conversa é essa?
— pensei :" Este gajo consegue levar a água ao seu moinho. Tem cuidado com ele!"
— como? de que falas tu?
— bem, já foi lá há algum tempo, mas tenho ideia de uma história de um encontro num motel com alguém com problemas conjugais a quem tu deste muito bem a volta, certo?
— e como sabes que o relato era verídico?
— não gosto da ideia de me poderem manobrar as ideias.
— então qual o problema?
— a forma com tu actuas, meu perverso!
— perverso, eu ? !!!
— refiro-me a essa história de falinhas mansas, festinhas, muita ternura, muita compreensão e ... a fulana, qd dá por ela, está com ele entalado.
— estou mm vulgaríssima, hoje.
11 dezembro 2007
O Trolha foi à psicóloga
— boa tarde, João!
— chegou a ir ver o meu blog no site que lhe indiquei?
— vi parte.
— no teu blog tens muito mais do que sexo,
— abordas, a brincar, questões interessantíssimas e profundas
— pareces conhecer bem os mistérios insondáveis da mente feminina.
— a doutora seja sincera, acha-me doido?
— não.
— não? Todas me acham meio doido. Só a doutora não acha.
— acho sim que és muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiitoooooooooooooo mau …
— mas um kido.
— olha, as fantasias que muitos denominam de perversão
— não é uma patologia mas uma forma de libertação
— bem melhor e mais barata que o sofá de um psiquiatra.
— sim, doutora, eu liberto-me através das minhas fantasias.
— muitas mulheres tb o fazem.
— elas libertam-se de outra forma, doutora, pela masturbação.
— pergunta a uma mulher se se masturba, diz logo k não.
— por acaso, agora, quase todas o admitem.
06 dezembro 2007
DEPENDÊNCIA OU SUBMISSÃO?
Quando o vi, ele parecia flutuar num corredor exótico e interminável: os lugares do sonho.
O seu nome não era importante. Em boa verdade, não tinha nome: as situações do sonho. Tinha lábios bem desenhados, isso não me esquece: os labirintos do sonho.
Quando falou comigo, sorriu e olhou-me nos olhos. Perigosa combinação essa: voz, sorriso, olhar. Não sei dizer exactamente em qual deles primeiro me perdi, mas ainda sei dizer que nunca mais me encontrei. Um olhar que não consentia dúvidas, um sorriso que admitia todas as possibilidades e uma voz que não permitia hesitação.
Ficamos juntos naquela noite. Não tive escapatória. Não tive escolha. Acostumada que estou a decidir tudo sozinha na minha vida – acompanhei-o – surpreendida com o meu próprio comportamento.
Nunca ninguém se preocupou em escrever sobre a angústia de ser independente: a solidão da independência. As pessoas dependentes sempre contam com alguém para dividir os seus erros e as suas culpas. As independentes não. Se tudo der certo, óptimo: não poderia ser de outra maneira. Se der tudo errado: a culpa será sua eterna companheira.
As pessoas independentes geralmente são obrigadas a tomar as decisões e elas nem sempre agradam a todos. Nesse contexto, é fácil perceber que as pessoas são, com frequência, confundidas com pessoas autoritárias, dominadoras ou, até mesmo, pessoas más, sem coração.
Certa vez, li sobre a dor de ser irmã de Cinderela – a dor de ser feia. É fácil ser boazinha quando tudo nos cai do céu; porém, é muito difícil manter o padrão se temos que "correr atrás" do que nos apetece. Mas não é sobre beleza/feiura que trata esta história... Esta história trata da confusão que fiz entre os conceitos de dependência e submissão.
Eu sempre lutei muito pela minha independência. Sempre achei importante ter o meu próprio dinheiro, a minha própria profissão, as minhas próprias opiniões. No meu simplório entendimento, as pessoas submissas tornavam-se dependentes das outras. Acho que quanto mais o meu inconsciente me enviava sinais, tentando alertar-me sobre a minha submissão latente, mais eu me apegava à minha independência, mais eu fazia por não depender de nada, nem de ninguém. Pura defesa mental. Criei uma imagem maravilhosa: independente, segura, auto-suficiente. Uma postura até certo ponto invejada.
Mas havia algo que não batia certo: vontades estranhas, desejos contraditórios, fantasias perturbadoras. Foi nesse estado de espírito que me encontrei com ele.
Como dizia, antes de me perder em divagações, eu não tinha escolha: ou o acompanhava sem reservas ou não o acompanhava. Não havia o "mas", a minha conjunção favorita... Adoro orações coordenadas adversativas...
Fui com ele. O coração aos saltos. Apesar de nunca ter tido um Dono, já conhecia as regras básicas e pensava: "não vou conseguir ajoelhar-me...". Devo esclarecer aqui que esse temor não era o único sentimento manifesto. Havia também outras sensações aparecendo e tomando conta da situação: havia a curiosidade, havia uma atracção mútua, havia um desejo intenso, impossível de ser reprimido.
Quando me ajoelhei aos seus pés e ofereci o meu pescoço para a coleira, senti-me como se estivesse a fazer uma encenação. Não era real. No entanto, essa sensação desapareceu rapidamente, no momento em que ele me segurou pela coleira e a puxou com força, de modo ao meu rosto ficar bem perto do seu. Os nossos lábios quase se tocaram...
E exclamou: "És minha, agora! Pertences-me!" A voz que não permitia hesitação. Concordei placidamente.
Não recordo com precisão todos os acontecimentos daquela noite. Sei que me submeti às vontades Dele sem nunca vacilar e, durante o tempo que durou aquela sessão, deixei de lado as minhas preocupações com a minha independência. Entreguei-me aos Seus caprichos, que – descobri depois –, não deixavam de ser os "meus caprichos"... «Servir e ser servido», são apenas dois aspectos diferentes da mesma ordem de factores.
Depois de nos separamos, ansiava por novos encontros, novas conversas e, uma vez livre das dúvidas e dos preconceitos sobre a minha condição de "submissa", tenho levado a vida assim: explorando o tempo todo – na companhia do meu Dono – esse meu lado submissa, que por tanto tempo reprimi e, o que é mais importante: aprendi a diferença entre os dois conceitos.
Posso e devo manter a minha independência, a minha segurança, os meus pontos de vista; sem que isso afecte a minha submissão. Posso submeter-me ao meu Senhor, sem que isso me torne dependente Dele. Obviamente, sob alguns aspectos sempre serei dependente da Sua vontade, mas não em todos os aspectos, nem tampouco naqueles aspectos de que depende a minha individualidade.
Tenho descoberto o prazer ilimitado de me ajoelhar, de usar a Sua coleira, de servir aos Seus caprichos, realizar as Suas fantasias, submeter-me aos castigos: afinal, a dor e o prazer – a exemplo do "servir e ser servido" ou do "bem e o mal" ou do "amor e o ódio" – também são apenas duas espécies contrárias do mesmo género.
Seres fictícios povoam a minha realidade: em lugares imagináveis; em situações claras; em labirintos de cores precisas.
(Texto recebido por e-mail de uma leitora do blog como comentário ao post - Fantasias Femininas n.º 6 - ENTREGA TOTAL)
PS: obrigado, ilustre desconhecida. O texto é simplesmente fascinante. Quem me dera escrever assim!
01 dezembro 2007
Fantasias Masculinas - N.º 1(cont.)
[Uma noite, depois de bem «bebidos», dirigiram-se os três para o quarto do casal. Conforme o acordado, seria Ela a «conduzir» os dois (o marido e a sua amiga)].
— Se algum dos dois desobedecer às minhas ordens o «jogo» acaba, de imediato ! – avisou ela em tom solene.
Mandou o marido despir a amiga de forma sensual e o mais lentamente que conseguisse. Depois dela estar totalmente nua, ordenou-lhe:
— De joelhos na frente dele, já!
— Contorna com as mãos o enchumaço das calças. E aperta levemente.
— Agora, vais desapertar-lhe o cinto, passas as mãos pela carcela das calças e puxas o fecho para baixo.
— Isso mesmo. Linda menina.
E ordenou ao marido para desabotoar a camisa de modo a ficar solta.
— Passa a tua língua por cima dos boxers e inspira profundamente o cheiro que exalam. Quero que absorvas o cheiro a macho dele - explicou ela
— Agora, usando apenas a boca, puxa os boxers para baixo.
— Arreganha a cabeça com as mãos e chupa-a. Lambe o líquido lubrificante que escorre do orifício da glande.
— De pé! Passa dois dedos na rata e dá-lhe a provar a ele.
— Assim ... deixa-o saborear bem o teu sabor. Mete de novo os dedos na rata e saboreia tu também o teu sabor.
Depois foi a vez do marido se ajoelhar na frente dela.
— Introduz a língua na ratinha dela. Passa- a pelos grandes lábios. Agora no interior dos pequenos lábios. Lambe o líquido que escorre dela. Engole-o.
— Procura com a ponta da língua o botãozinho duro.
— Não o largues !Com os lábios aperta-o o mais que puderes. Até ela gemer. Isso .... deixa-a a gemer ... deixa-a gritar .... aperta mais ... não o largues!
— Chega! De pé!
Então, autorizou-os a abraçarem-se e a beijarem-se demoradamente.
De seguida, ordenou ao marido para pegar nela ao colo e estendê-la ao comprido na cama. E para retirar a camisa deitando-se todo nu ao lado dela.
Despiu-se num ápice.
E atirou-se para o meio dos dois.
— A «festa» vai, agora, começar! - exclamou ela
29 novembro 2007
Fantasias Masculinas - N.º 1
Ele e duas mulheres.
E, se elas interagirem entre si, então é ouro sobre azul: os homens ficam extremamente excitados ao ver duas mulheres «em acção»
Esta é a fantasia n.º 1 dos homens. Alguns já a realizaram. Muitos outros sonham realizá-la.
Todos, mas TODOS os homens, têm esta fantasia. Acho que será mesmo patológico não a ter.
Actualmente, quer na TV quer na Internet, podem ver-se vídeos produzidos pela indústria pornográfica com um cena já clássica: duas mulheres e um homem, elas apaixonadas, carregadas de luxúria e agindo de forma selvagem. Mostrando-se lascivas, esfomeadas e insatisfeitas.
Esta é uma fantasia que nos traz à memória as orgias romanas, pré-hispânicas, medievais e vitorianas. Afinal, orgias e fantasias ligadas às orgias, são de todos os tempos.
Contudo, esta fantasia que muito poucos homens realizam levanta sérias questões: com quem realizar a fantasia? Mulheres conhecidas? Amigas? Com a esposa, com a namorada ou uma amiga colorida?
E depois se já é um tarefa ciclópica satisfazer plenamente uma mulher como será satisfazer duas mulheres? Por acaso podes repartir a tua atenção e concentração nas duas e levá-las ao orgasmo?
Deixa-te de lirismo: a melhor forma de teres duas mulheres a actuarem para ti como actrizes pornográficas é pagar-lhes por esse serviço. Raros e excepcionais são os casos de uma «ménage à trois» que resultem em algo de inesquecível e pleno de erotismo.
Mas as coisas estão a mudar.
Esperem (não desesperam!) pelo dia em que a vossa esposa, a vossa namorada ou a vossa amiga colorida vos diga:
- Môr, convida uma amiga para jantar. E se ela entrar na onda até pode dormir connosco.
- Sim, sim, kiduxa, adoro-te!
Conforme o acordado, seria Ela a conduzir os dois (o marido e a sua amiga).
(continua)
28 novembro 2007
Capacidade de descontrolo
Algumas mulheres referem a dificuldade em perder o controlo, em deixar-se ir.
Ora, segundo os especialistas, o orgasmo é a capacidade de descontrolo.
(Isabel Freire, autora do livro - Fantasias Eróticas – Segredos das Mulheres Portuguesas)
E tu, deixas-te descontrolar?
Confessa-te aqui.
23 novembro 2007
Fantasias Masculinas - N.º 2
A participação numa orgia é um fantasia sexual masculina muito comum.
Para se poder falar em orgia é necessário que estejam envolvidas no mínimo 5 pessoas de sexo diferente (incluindo 2 de cada sexo pelo menos).
Tipos de orgias:
Gang Bang
É uma orgia em que uma mulher mantém relações sexuais com vários homnens simultaneamente ou consecutivamente.
Sentir muitas mãos a acariciar o seu corpo, sem as identificar, mas apenas para disso retirar prazer .... é uma fantasia frequente nas mulheres. E quando vários homens estão a acariciar uma mulher em simultâneo sentem a vibração dela nessas alturas. Misturam-se odores, carícias, sabores, suores e texturas de pele. E à vista de tantos corpos nus os nossos sentidos são estimulados de forma muito intensa.
Gangbang inverso
Quando um homem mantém relações sexuas com várias mulheres simultaneamente ou consecutivamente.
Bukkake
É uma prática de sexo em grupo, conotada com a humilhação feita às mulheres infieis aos seus maridos. Uma série de homens, à vez, ejaculam na cara de uma mulher ajoelhada e presa. No fim ela terá de beber o sémen que escorreu previamente para um recipiente. Crê-se que esta prática tem origem no Japão medieval. Um marido que descobrisse que a a sua mulher era infiel levava-a amarrada para a praça pública para sobre ela ejacularem todos os homens da aldeia como castigo.
O sexo em grupo está a tornar-se um negócio multinacional para empresass que organizam festas privadas em Berlim, Nova Yorque ou Barcelona. Começaram por reunir 80 pessoas e, actualmente, já conseguem reunir mais de 800 pessoas por cada evento, realizado em iates e mansões de luxo.
21 novembro 2007
Quarentonas buscam amantes mais novos
De aordo com estudos comportamentais recentes cada vez mais mulheres, nomeadamente acima dos quarenta anos , procuram amantes mais novos.
Esta tendência parece ter sido despoletada pelo exemplo de actrizes famosas com companheiros mais novos do que elas (Demi Moore, 47 anos e Ashton Kutcher, 27 anos).
As mulheres com mais de 40 anos querem homens mais novos por mera diversão e aventura. Eles procuram parceiras mais velhas por razões do conforto material e boa comida que esperam encontrar junto delas.
«Mulheres urbanas e sofisticadas podem conseguir atrair um homem mais novo com a sedução de restaurantes caros, férias cinco estrelas e presentes de grife, mas não é surpresa que os homens mais jovens também se sintam atraídos por mulheres mais focadas na vida doméstica», disse Victoria Lukats, psiquiatra e especialista em relacionamentos da Parship.
«Uma refeição caseira preparada com amor é um afrodisíaco tão poderoso quanto jantar fora em um restaurante chique. Até mesmo o cheiro da comida sendo preparada pode liberar endorfinas que nos fazem pensar em amor», disse.Homens.
E o que se está a verificar, igualmente, é que as mulheres quarentonas gostam de miúdos já que estes facilmente se convencem a deixarem-se dominar por elas indo, assim, de encontro a uma fantasia cada vez mais recorrente entre as mulheres: dominá-los sexualmente, invertendo-se os papeis do homem e da mulher na cama.
As mulheres com mais de 4o anos, que já criaram os filhos e têm uma vida profissonal mais estável, a única preocupação delas é o prazer e não se o namorado vai pagar a conta de gás.
(Diálogo inimaginável)
— o que me espanta é a tua ligação com um miudo
— acredita que eu pensei que tinha sido uma coisa de uma noite apenas ... que tinha sido uma coisa passageira
— acho que estamos obcecados um pelo outro ... mas, olha, a verdade e que há muito tempo que não fodia com tanto prazer.
— domino-o na cama ...
— uso-o como objecto pessoal de prazer.
— ai sim?
— estou viciada em face sitting....
— acreditas que houve uma noite que se veio 7 vezes .... foi demais ... nunca tinha visto nada assim ...
— porra! Nem eu.
— dás cabo do miúdo, coitado.
— ele diz que fui a única mulher que o deixei de rastos … a namorada dele tem 23 anos e nunca o deixou assim
— ele tem namorada?!!!
— e bem interessante. Já a conheci... Tem para aí 1,75 de altura já foi convidada para desfilar em passagens de modelos
— hummmmmmmmmmm
— digo na brincadeira .... que ele tem uma mulher que é uma gata e anda a foder com uma velha muito rodada.
17 novembro 2007
Fantasias Masculinas - N.º 3
Sentado no sofá, vias televisão .
Ela levanta-se, de repente, e dirige-se à cozinha.
Traz do frigorífico dois recipentes de vidro: um com cerejas lavadas e escorridas e o outro mais pequeno com chantilly. Ela sabe como tu és guloso por cerejas.
- Despe-me! - ordenou ela.
Logo após, venda-te os olhos com um lenço escuro.
E explica-te o jogo: «vou deitar-me aqui no sofá. Se queres comer as cerejas, vais ter de as encontrar algures no meu corpo. Só podes utilizar a boca e a língua. Se te demorares muito ou se as procurares com demasiada sofreguidão, quem come as cerejas sou eu.».
Passa um cereja pelo chantilly e cola-a no pescoço.
- Essa foi muito fácil de descobrir, sorte de principiante - disse ela.
Tu sorris, agradeces e comes a cereja.
Cola um cereja com chantilly em cada um dos mamilos. Tu, levado por uma qualquer intuição, acertas de imediato no alvo. Comes as cerejas e aproveitas para morderes com os lábios aqueles mamilos erectos da excitação.
- Porra, pareces bruxo ! - estranhou ela.
- Ahhhhhhhh .... desta vez, lixas-te ! Demoraste muito tempo. Esta como-a eu - esclareceu ela.
- Vamos à próxima - disse ela.
Tu passaste suave e demoradamente a língua pelo pescoço, pelos mamilos, percorreste todo o seu alto ventre, desceste até às suas partes genitais. Nada.
Braços, pernas, quadris. Nada.
- Desculpa, mas não tens cereja nenhuma no teu corpo.
- Tenho duas cerejas no meu corpo - insistiu ela.
Fez-se luz na tua mente.
Abocanhaste-a e retiraste lá de dentro duas cerejas gordas lambuzadas de chantilly e de algo mais com sabor indescritível.
Cerejas com chantilly. Ver mais aqui
16 novembro 2007
Fantasias Masculinas - N.º 4
Manter uma mulher imobilizada (bondage), à sua total mercê , é uma fantasia comum a muitos homens.
Uma mulher manietada, vendada ou amordaçada, é uma mulher fisicamente diminuída. E o facto de se encontrar fisicamente limitada determina a sua dependência psicológica.
Ela sente-se indefesa, frágil, vulnerável.
E começa, então, o jogo erótico. Em que a liturgia das palavras e dos gestos é, sem dúvida, determinante.
Ao ser acariciada e tocada, ela está física e mentalmente incapaz de oferecer qualquer tipo de resistência. E afasta de si qualquer constrangimento, desaprovação ou sentimento de culpa já que não se sente responsável pelos seus actos.
Deixa-se ir. Sem oferecer a mínima resistência, E vai até onde ele a quiser levar. Num crescendo de erotismo e excitação. Solta-se e liberta o lado negro (dark side) que esconde dentro de si.
Ela que antes era incapaz de dizer um palavrão, sem dar por isso, esta a usar uma linguagem obscena. Ela, que sentia repugnância por certas práticas, torna-se, agora, uma mulher ordinária e abertamente sexual explorando diferentes aspectos da sua sexualidade.
Dominação Virtual
— estou cheia de sono …
— toca-te agora!
— tenho sono …
— exijo obediência!
— estou mesmo a cair de sono
— faz o q te mando, porra!
— mas eu tenho sono. Se visses como estou, com os olhos meios fechados
— não adianta. Não cedo
— não sejas assim, deixa-me ir dormir
— primeiro, vais fazer o que te mando
— faço na cama, pode ser?
— não. Tem de ser aqui
— estou de calças
— puxa-as para baixo!
— deixa-me ir dormir
— abre o fecho e puxa as calcinhas para baixo!
— oh ….
— vamos!
— já abri
15 novembro 2007
Fantasias Masculinas - N.º 5
(Apetece-te fazer sexo anal. E pedes-lhe para ela se fingir de prostituta)
Então, ela veste uma lingerie sexy por baixo de um mini vestido coleante de cores vivas. Meias de rede com ligueiro. E botas altas de couro preto a cobrir os joelhos.
Sai porta fora. Desce o elevador e toca à campainha da entrada. Entra em casa como se fosse uma autêntica profissional.
Inicialmente, pede-te uma exorbitância. Fala alto. Tu pedes-lhe para baixar a voz e regateias o preço. Que por esse valor terá de fazer oral e anal.
Ela concorda.
Vais buscar a carteira e pagas-lhe o preço combinado.
14 novembro 2007
Por que demoram tanto tempo as mulheres na casa de banho?
elas demoram muito tempo na casa de banho porque andam a mostrarem-se umas às outras numa acérrima competição «inter pares».
«Meu Deus, olha para isto, vê como a minha cintura está tão fina! E olha-me para estas ancas!»
«Vê estas calças. Nunca vesti umas calças que me caissem tão bem!»
Em conclusão: as mulheres demoram muito tempo na casa de banho para mostraren às suas «amadas e adoradas amigas» as suas formas maravilhosas.
Aumenta a sua Auto-Estima e as «amigas» ficam com uma grande dor de corno.
13 novembro 2007
Fantasias Masculinas - N.º 6
Mensagem SMS:
«Abandona tudo o que estiveres a fazer, de imediato!
Se estiveres em casa, despe-te e masturba-te!
Se estiveres na rua ou num local público, vai à casa de banho mais próxima e masturba-te!
Exijo Obediência e Disciplina.
Quero um resposta com todos os pormenores dentro de 10 minutos».
12 novembro 2007
ESTRANHAS ALIANÇAS
Há quem acredite que é possível ter o melhor de dois mundos, sem perder nenhum. Aqueles que o conseguem, cultivam o secretismo a tal ponto que nem sob o anonimato ousam tocar no assunto. Vida dupla, sentimentos de culpa, dilemas morais, solitários fechar de olhos são alguns dos efeitos secundários destes contratos tácitos.
São complexas as razões que sustentam durante tanto tempo ligações de orientação mista.
Henrique Pereira, 34 anos, psicólogo doutorado em construção da identidade homossexual, traça o perfil deste modelo de relação, regida pelo princípio do mal menor:“As mulheres negam os sinais que vêem, porque cultivam o amor romântico e querem ter um companheiro; eles convencem-se de que gostam de estar com elas mas à custa de fantasias com homens”
Enganam-se a si mesmos e ao outro, nunca de ânimo leve mas, antes, por uma questão de sobrevivência: “Estes casamentos vão continuar a existir, enquanto o tecido social influenciar a expressão da sexualidade”.
“Reconhecer o falhanço representa uma enorme perda de estatatuto e de auto-estima”.
Para uma imensa maioria, a sombra protectora da invisibilidade continua a ser a melhor solução – quer se viva no purgatório ou num paraíso secreto, a preservar a todo o custo.
Quem disse que era fácil ter o melhor de dois mundos sem perder nenhum?
In, VISÃO, N.º 766 – 8 de Novembro 2007, artigo de Clara Soares
PS: post enviado por uma grande Amiga a quem, desde já, agradeço sobre uma temática muito actual. Muito mais do que se julga.
11 novembro 2007
Soltar as amarras
— muito mesmo:)
— é a minha tontice que me dá forças
— faz-nos bem fantasiar de quando em vez
— nem imaginas quanto
— imagino sim
— ajuda-nos a suportar tudo o resto
— a vida tem outro sabor. E tu andas a descobrires-te
— ando a soltar-me …
— qualquer dia ninguém te segura
— a achar que não tenho mais nada e tenho que viver com intensidade o pouco que tenho …
— eu própria:))
— sou a minha maior amarra:)
— só tu tens arte para soltar o nó:)
10 novembro 2007
Montanha russa
— …..
— mas digo-te uma coisa....o teu blog nunca esteve tão em alta como agora :)
— achas mesmo?
— claro q acho.
— a minha vida sexual continua tão em baixo como antes
— jura!!!!
— juro
— ai q saudades !!! ....
— lolll
08 novembro 2007
Fantasias Masculinas - N.º 7

E é exactamente esse facto que torna o sexo em público tão empolgante.
Para os casais que acham muito rotineira e sem graça a sua vida sexual aconselha-se vivamente a enontrarem locais alternativos para fazerem amor: no campo, num motel da moda, numa outra divisão da casa (a cozinha é o local mais comum), num hotel ou mesmo no carro.
Sexo em públicoEsta fantasia masculina é em tudo semelhante à fantasia feminina descrita num post anterior.
Com a particularidade de serem, regra geral, os homens a tomar a iniciativa de proporem à sua parceira fazer sexo num local público mais ou mesnos reservado.
Claro que existe, ao menos teoricamente, o perigo de serem apanhados em flagrante.


