Gostava daquela praia por ser tranquila e estar, normalmente, deserta, nos dias de semana.
Naquele dia fui só. Cheguei tarde. Estendi a minha toalha, tirei a roupa, ficando totalmente nua. Agarrei a roupa e guardei-a no saco. Deitei-me e depois de pôr creme e apanhar um pouco de sol fui tomar banho.
Estava uma tarde maravilhosa. Sem vento e uma temperatura amena. Estendi-me na toalha e relaxei de tal modo que adormeci.
Ao acordar estava só. Não havia ninguém na praia e era tarde, quase escurecendo. O melhor momento do dia.
Aproximei-me da margem junto da água. As ondas acariciavam as minhas pernas e chegavam junto da minha «
ratinha». Sentir as ondas a bater nos meus lábios vaginais e no meu clítoris dava-me calafrios. Sem poder evitá-lo, comecei acariciar-me.
Passei algum tempo, assim, de olhos fechados, com a mão nos meus lábios vaginais, brincando com os pêlos púbicos, e acariciando o meu botão de prazer, quando abri os olhos e o vi alí ao meu lado.
Alto, moreno, corpo quase perfeito. Com o pénis de fora, erguido, enorme, duro, desafiante. Impossível desviar a vista. Impossível resistir. Chamava-me sem palavras.
Aproximei-me dele, arrastando-me pela areia, sem me levantar. O seu pénis ficou à altura da minha cara. Era uma tentação demasiado grande. Comecei a chupá-lo e a lamber a glande quente e macia.
Era uma loucura. Calafrios percorriam o meu corpo e faziam eriçar os pêlos púbicos. As suas mãos empurraram-me de encontro à areia.
O corpo dele colou-se ao meu. O seu pénis procurava a minha vagina com sofreguidão. Penetrou-me, enterrando-a toda até ao fundo.
Ondas de prazer agitaram o meu corpo. Um, dois, três orgasmos invadiram-me sem poder evitá-los. Senti o seu sémen a escorrer dentro de mim. As suas mãos apertavam as minhas nádegas. Fundimo-nos num só.
Acordei deitada na areia, tonta e incrédula. Seria sonho ou realidade ?