30 dezembro 2007

Mulheres desesperadas

— olá!
— olá!
— boa noite
— boa noite
— bem disposta?
— sim.
— e disposta a quê?
— a tudo. Lol.


PS: tinha acabado de chegar do cinema, onde fui ver a Call Girl. A uma das perguntas do autarca corrupto à Soraia Chaves: «E o que faz a menina? Ela responde: «Tudo, Senhor Presidente.»

28 dezembro 2007

Fundamentalista ou distraída?

Monólogo no MSN (Sexo Virtual)
(quando elas entram em transe não distinguem a fantasia da realidade)

— força querido!
— vem-te em mim
— dá-me o teu leitinho…
— enche-me com tua esporra
— tira, tira, tira fora ...
— vem-te fora!
— dentro não, dentro não!
— siiiiiiiiiiiimmmmmmmmmmm …. estou toda lambuzada da tua langonha.

25 dezembro 2007

Seduceme

Sedúceme con tus palabras
sumérgeme en tu piel
ámame con tus caricias
aprisióname en tu cuerpo.

Que se eternice el tiempo
que se paren las horas
que se detengan los minutos
que se borren los segundos.

Súbeme a tu cielo
húndeme en tu amor
méceme en tus olas
ahógame en tus besos.

Bájame nuevamente
muéstrame tu pasión
fúndeme en tu deseos
acúdeme en tu éxtasis.

Enséñame quien eres tú
poséeme mil veces
sedúceme nuevamente
hazme tuya para siempre...
eternamante tua...

(Celine Dion)

BOAS FESTAS




Sejamos GULOSOS !








22 dezembro 2007

Desanuviar a te(n)são

Oh Manela e para desanuviar a te(n)são porque não vais à Net, experimentar os chats? Já tentaste?.

Ah, Manela, aquele SEXO VIRTUAL que por lá se pratica é a vingança do chinês: obriga os gajos a falar com as mulheres e a terem de constantemente mexer os dedos sobre as teclas.

E qualquer mulher, por mais caladinha que costume ser, só se safa ali a gritar uma meia dúzia de «oh ..... ! ah .......! ui..... ui .... sim....sim..... sim....! não.... simmmmmmmmmmmmm!» e isto na versão mais soft.

Olha, Manela, encontrei-me uma vezes num chat com um tal João_O_Trolha.

Nunca soube o seu verdadeiro nome, nem a sua idade, nem de onde era, nem o que fazia. Ele criava um cenário, eu descrevia como aparecia vestida ou não e lá íamos desenrolando, à vez, a participação de cada um no acto erótico, relatando os gestos, os olhares, os sabores, as sensações à flor da pele e reproduzindo as frases e os grunhidos que naquelas ocasiões costumamos emitir.

Terminava sempre de igual forma, com ele a resmungar que tinha a camisa e as calças cheias de esporra e a despedirmo-nos com um «Inté».

Oh, Manela, o único problema é que aquilo é muito asséptico. É tudo sem cheiro, sem gosto, limpinho e seguro. Sabe a comida plástica desses modernos centros comerciais.

Não é comida a sério.


Posted by maria_arvore

O que faz falta é animar a malta

(Mensagem por SMS)

- Amor, estás teso?
- Eu estou excitada e toda molhada só de pensar em ti !




19 dezembro 2007

Natal com muito apetite

BACALHAU ASSADO NA BRASA (6 pessoas)


INGREDIENTES:
6 postas dos lombos do bacalhau (300 g cada), batatas qb, 4 dentes de alhos grandes com casca, 1/4 litro de azeite, 6 ovos, 1 ramo de salsa e flor de sal (1 cebola grande).


PREPARAÇÃO:
Lavam-se muito bem as batatas e cozem-se os ovos (10 minutos) e as batatas com a casca. Assa-se nas brasas o bacalhau previamente demolhado(1).
À parte, põe-se ao lume um recipiente com azeite e os dentes de alho esmagados, até ferver 30 segundos.
Espalham-se as postas do bacalhau e as batatas (sem pele) numa travessa de ir à mesa.
Tiram-se os dentes de alho fritos , no azeite, rega-se com ele o bacalhau (colocado no centro da travessa).
Polvilha-se com flor de sal (sobre as batatas), salsa picada e ovo cozido às rodelas (opcionalmente, cebola crua às rodelas).

A acompanhar um bom vinho tinto alentejano (há muitos por aí).


Bom Natal para todos e ... muito apetite por coisas boas.

(1) Demolhe o bacalhau num recipiente posto no frigorífico com a parte da pele virada para cima, durante 4 a 5 dias, e mude a água duas vezes ao dia.

18 dezembro 2007

Ai, como é diferente o amor em Portugal!

Um inquérito aos hábitos sexuais das portuguesas realizado pela revista FHM mostra que muito mudou desde os tempos da Rainha Santa e das Cruzadas.

O estudo, que abrangeu 1573 mulheres, dos 19 aos 34 anos, diz, por exemplo, que as portuenses têm em média oito parceiros sexuais; (tantos, assim!!!???) que 14% das lisboetas gostavam de aumentar o tamanho do pénis do namorado e que 17% das funchalenses já tiveram três parceiros sexuais... num só dia.

Definitivamente, as portuguesas estão a sair da casca.

Segundo a FHM, 100% – isso mesmo: todas! – já experimentaram sexo anal.

Para os todos machos latinos pasmados com estes números, aqui vai outro, igualmente significativo.

As mulheres de Lisboa, Braga e Funchal satisfazem-se sozinhas cinco vezes por semana. Aliás, na Cidade dos Arcebispos, elas parecem andar razoavelmente mal servidas: 33% admitem ficar mais excitadas a ver filmes pornográficos do que com sexo real.

Quanto à regularidade das relações, em Coimbra elas dizem que as têm 5,25 vezes por semana contra 3,38 vezes na capital.

Segundo o inquérito, que será publicado na edição de hoje da FHM, as portuguesas não só se emanciparam, como deixaram de uma vez por todas a posição passiva e passaram a ser mais determinadas... talvez até de mais.

É que 12% admitem ter praticado sexo quando o parceiro estava inconsciente ou a dormir e 8% dizem que obrigam fisicamente o namorado a ter relações.

Mas não há-de ter sido nessas circunstâncias que conseguiram fazer o acto durar dentro da média: 31 minutos no Porto e em Braga; 38 em Lisboa e no Funchal.

Atenção, homens de Lisboa: 29% das mulheres da capital confessam que já adormeceram enquanto faziam amor com o seu parceiro.

Isto é humilhante, tanto mais que só 10% deles já passou pela mesma situação. Se calhar é por causa de alguma insatisfação que cada mulher portuguesa tem, em média, claro, 1,4 brinquedos sexuais – número exorbitante quando comparado com a Indonésia, onde elas, em média, apenas possuem 0,36 objectos desses.

FHM é uma revista portuguesa, editada pela Edimpresa, que se dirige ao público masculino

14 dezembro 2007

Fases da Lua

Regresso.
Bato-te na cara
Chamo-te vadia
Faço de ti minha PUTA

Regresso.
Abraço-te com força
Olho dentro dos teus olhos
Faço sentires-te AMADA

Regresso.
Algemo os teus pulsos
Ponho-te de joelhos à minha frente
Faço de ti minha ESCRAVA

Regresso.
Deito-me na tua cama
Possuo o teu corpo
Faço de ti MULHER

Regresso.
Atiro-te ao chão
Puxo os teus cabelos
Faço de ti minha CADELA

Regresso.
Para ti o meu sorriso mais lindo
Acaricio o teu rosto
És ESPECIAL para mim.

Regresso.
Bato-te
Uso-te
ABUSO de ti.

Regresso.
Beijo-te na boca
Provo o teu sabor
És DESEJADA

Regresso.
Faço-te gemer de prazer
És MINHA.

(autor desconhecido)

12 dezembro 2007

... e o Porto aqui tão perto

— estou à tua espera … ficaste de vir ao Porto.
— pois foi , mas tu aterrorizaste-me.
— como te aterrorizei eu?
— ao ir ao teu bçog fiquei aterrorizada.
— que conversa é essa?
— pensei :" Este gajo consegue levar a água ao seu moinho. Tem cuidado com ele!"
— como? de que falas tu?
— bem, já foi lá há algum tempo, mas tenho ideia de uma história de um encontro num motel com alguém com problemas conjugais a quem tu deste muito bem a volta, certo?
— e como sabes que o relato era verídico?
— não gosto da ideia de me poderem manobrar as ideias.
— então qual o problema?
— a forma com tu actuas, meu perverso!
— perverso, eu ? !!!
— refiro-me a essa história de falinhas mansas, festinhas, muita ternura, muita compreensão e ... a fulana, qd dá por ela, está com ele entalado.
— estou mm vulgaríssima, hoje.

11 dezembro 2007

O Trolha foi à psicóloga

— boa tarde, doutora!
— boa tarde, João!
— chegou a ir ver o meu blog no site que lhe indiquei?
— vi parte.
— no teu blog tens muito mais do que sexo,
— abordas, a brincar, questões interessantíssimas e profundas
— pareces conhecer bem os mistérios insondáveis da mente feminina.
— a doutora seja sincera, acha-me doido?
— não.
— não? Todas me acham meio doido. Só a doutora não acha.
— acho sim que és muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiitoooooooooooooo mau …
— mas um kido.
— olha, as fantasias que muitos denominam de perversão
— não é uma patologia mas uma forma de libertação
— bem melhor e mais barata que o sofá de um psiquiatra.
— sim, doutora, eu liberto-me através das minhas fantasias.
— muitas mulheres tb o fazem.
— elas libertam-se de outra forma, doutora, pela masturbação.
— pergunta a uma mulher se se masturba, diz logo k não.
— por acaso, agora, quase todas o admitem.

06 dezembro 2007

DEPENDÊNCIA OU SUBMISSÃO?

Seres reais povoam os meus sonhos: em lugares fantásticos, em situações obscuras, em labirintos de cores ainda não inventadas.

Quando o vi, ele parecia flutuar num corredor exótico e interminável: os lugares do sonho.

O seu nome não era importante. Em boa verdade, não tinha nome: as situações do sonho. Tinha lábios bem desenhados, isso não me esquece: os labirintos do sonho.

Quando falou comigo, sorriu e olhou-me nos olhos. Perigosa combinação essa: voz, sorriso, olhar. Não sei dizer exactamente em qual deles primeiro me perdi, mas ainda sei dizer que nunca mais me encontrei. Um olhar que não consentia dúvidas, um sorriso que admitia todas as possibilidades e uma voz que não permitia hesitação.

Ficamos juntos naquela noite. Não tive escapatória. Não tive escolha. Acostumada que estou a decidir tudo sozinha na minha vida – acompanhei-o – surpreendida com o meu próprio comportamento.

Nunca ninguém se preocupou em escrever sobre a angústia de ser independente: a solidão da independência. As pessoas dependentes sempre contam com alguém para dividir os seus erros e as suas culpas. As independentes não. Se tudo der certo, óptimo: não poderia ser de outra maneira. Se der tudo errado: a culpa será sua eterna companheira.

As pessoas independentes geralmente são obrigadas a tomar as decisões e elas nem sempre agradam a todos. Nesse contexto, é fácil perceber que as pessoas são, com frequência, confundidas com pessoas autoritárias, dominadoras ou, até mesmo, pessoas más, sem coração.

Certa vez, li sobre a dor de ser irmã de Cinderela – a dor de ser feia. É fácil ser boazinha quando tudo nos cai do céu; porém, é muito difícil manter o padrão se temos que "correr atrás" do que nos apetece. Mas não é sobre beleza/feiura que trata esta história... Esta história trata da confusão que fiz entre os conceitos de dependência e submissão.

Eu sempre lutei muito pela minha independência. Sempre achei importante ter o meu próprio dinheiro, a minha própria profissão, as minhas próprias opiniões. No meu simplório entendimento, as pessoas submissas tornavam-se dependentes das outras. Acho que quanto mais o meu inconsciente me enviava sinais, tentando alertar-me sobre a minha submissão latente, mais eu me apegava à minha independência, mais eu fazia por não depender de nada, nem de ninguém. Pura defesa mental. Criei uma imagem maravilhosa: independente, segura, auto-suficiente. Uma postura até certo ponto invejada.

Mas havia algo que não batia certo: vontades estranhas, desejos contraditórios, fantasias perturbadoras. Foi nesse estado de espírito que me encontrei com ele.

Como dizia, antes de me perder em divagações, eu não tinha escolha: ou o acompanhava sem reservas ou não o acompanhava. Não havia o "mas", a minha conjunção favorita... Adoro orações coordenadas adversativas...

Fui com ele. O coração aos saltos. Apesar de nunca ter tido um Dono, já conhecia as regras básicas e pensava: "não vou conseguir ajoelhar-me...". Devo esclarecer aqui que esse temor não era o único sentimento manifesto. Havia também outras sensações aparecendo e tomando conta da situação: havia a curiosidade, havia uma atracção mútua, havia um desejo intenso, impossível de ser reprimido.

Quando me ajoelhei aos seus pés e ofereci o meu pescoço para a coleira, senti-me como se estivesse a fazer uma encenação. Não era real. No entanto, essa sensação desapareceu rapidamente, no momento em que ele me segurou pela coleira e a puxou com força, de modo ao meu rosto ficar bem perto do seu. Os nossos lábios quase se tocaram...

E exclamou: "És minha, agora! Pertences-me!" A voz que não permitia hesitação. Concordei placidamente.

Não recordo com precisão todos os acontecimentos daquela noite. Sei que me submeti às vontades Dele sem nunca vacilar e, durante o tempo que durou aquela sessão, deixei de lado as minhas preocupações com a minha independência. Entreguei-me aos Seus caprichos, que – descobri depois –, não deixavam de ser os "meus caprichos"... «Servir e ser servido», são apenas dois aspectos diferentes da mesma ordem de factores.

Depois de nos separamos, ansiava por novos encontros, novas conversas e, uma vez livre das dúvidas e dos preconceitos sobre a minha condição de "submissa", tenho levado a vida assim: explorando o tempo todo – na companhia do meu Dono – esse meu lado submissa, que por tanto tempo reprimi e, o que é mais importante: aprendi a diferença entre os dois conceitos.

Posso e devo manter a minha independência, a minha segurança, os meus pontos de vista; sem que isso afecte a minha submissão. Posso submeter-me ao meu Senhor, sem que isso me torne dependente Dele. Obviamente, sob alguns aspectos sempre serei dependente da Sua vontade, mas não em todos os aspectos, nem tampouco naqueles aspectos de que depende a minha individualidade.

Tenho descoberto o prazer ilimitado de me ajoelhar, de usar a Sua coleira, de servir aos Seus caprichos, realizar as Suas fantasias, submeter-me aos castigos: afinal, a dor e o prazer – a exemplo do "servir e ser servido" ou do "bem e o mal" ou do "amor e o ódio" – também são apenas duas espécies contrárias do mesmo género.

Seres fictícios povoam a minha realidade: em lugares imagináveis; em situações claras; em labirintos de cores precisas.


(Texto recebido por e-mail de uma leitora do blog como comentário ao post - Fantasias Femininas n.º 6 - ENTREGA TOTAL)

PS: obrigado, ilustre desconhecida. O texto é simplesmente fascinante. Quem me dera escrever assim!

01 dezembro 2007

Fantasias Masculinas - N.º 1(cont.)

Ménage à trois

[Uma noite, depois de bem «bebidos», dirigiram-se os três para o quarto do casal. Conforme o acordado, seria Ela a «conduzir» os dois (o marido e a sua amiga)].

Se algum dos dois desobedecer às minhas ordens o «jogo» acaba, de imediato ! – avisou ela em tom solene.

Mandou o marido despir a amiga de forma sensual e o mais lentamente que conseguisse. Depois dela estar totalmente nua, ordenou-lhe:

— De joelhos na frente dele, já!
— Contorna com as mãos o enchumaço das calças. E aperta levemente.
— Agora, vais desapertar-lhe o cinto, passas as mãos pela carcela das calças e puxas o fecho para baixo.
— Isso mesmo. Linda menina
.

E ordenou ao marido para desabotoar a camisa de modo a ficar solta.

— Passa a tua língua por cima dos boxers e inspira profundamente o cheiro que exalam. Quero que absorvas o cheiro a macho dele - explicou ela
— Agora, usando apenas a boca, puxa os boxers para baixo.

— Arreganha a cabeça com as mãos e chupa-a. Lambe o líquido lubrificante que escorre do orifício da glande.
— De pé! Passa dois dedos na rata e dá-lhe a provar a ele.

— Assim ... deixa-o saborear bem o teu sabor. Mete de novo os dedos na rata e saboreia tu também o teu sabor.

Depois foi a vez do marido se ajoelhar na frente dela.

— Introduz a língua na ratinha dela. Passa- a pelos grandes lábios. Agora no interior dos pequenos lábios. Lambe o líquido que escorre dela. Engole-o.
— Procura com a ponta da língua o botãozinho duro.
— Não o largues !Com os lábios aperta-o o mais que puderes. Até ela gemer. Isso .... deixa-a a gemer ... deixa-a gritar .... aperta mais ... não o largues!
— Chega! De pé!

Então, autorizou-os a abraçarem-se e a beijarem-se demoradamente.

De seguida, ordenou ao marido para pegar nela ao colo e estendê-la ao comprido na cama. E para retirar a camisa deitando-se todo nu ao lado dela.

Despiu-se num ápice.
E atirou-se para o meio dos dois.

— A «festa» vai, agora, começar! - exclamou ela