27 junho 2010

Cavalgar em zonas pantanosas sem ELE ficar atolado

Nos últimos dias da menstruação sentes uma vontade louca de seres possuída por ELE mas, por vergonha, por pudor ou por o achares sujo, não és capaz de te entregar ao desejo que te assalta?

Pois isso acabou.

Agora, com os novos tampões, fabricados na Alemanha pela prestigiada empresa Joy Division, podes dar asas à tua imaginação ou ao teu tesão, cavalgando desenfreada pelos prados verdejantes com ou sem trela.
E vais verificar, com surpresa, que ELE  não vai ficar atolado nas zonas pantanosas.
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14 junho 2010

Apalpar faz falta?

Flagrantes da vida real

Olá, meu Amor lindo! Ninguém te põe a vista em cima.
- Nem em cima nem em baixo. Ninguém me vê, ninguém me apalpa.
E faz-te falta?
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13 junho 2010

Love Bondage

Seguro e consensual: princípios fundamentais enformadores da prática do Bondage


O fetiche nasce connosco. Está dentro de nós. Não é algo de construído ou fruto de experimentações. Surge, naturalmente, nas brincadeiras infantis quando as meninas são capturadas e amarradas aguardando ser libertadas pelo seu herói.

Na adolescência, os jovens deliram, enquanto se masturbam no banho, com sessões de tortura e de judiarias indescritíveis com elas bem amarradinhas.

Na idade adulta, o fetiche pode evoluir naturalmente se existir um ambiente favorável. Inicia, então, a mulher uma viagem que a fará entrar nesse mundo maravilhoso de novas emoções e prazeres dela desconhecidos.

Existe o preconceito errado de que a prática do bondage implica um contacto sexual directo entre os parceiros. Ora, isso não é totalmente verdade. Claro que amarrar e ser amarrado dá tesão. A prática do BONDAGE tem conotações sexuais evidentes: está ligada à sexualidade. Mas podem ocorrer sessões de BONDAGE sem envolvimento sexual directo entre ambos como acontece, nomeadamente, quando é praticado por profissionais.

As cordas

Elas podem ser macias de seda ou algodão e ásperas de cânhamo ou sisal. O que importa é que as cordas são, elas mesmas, um objecto de culto e um poderoso afrodisíaco: o modo como se enlaçam, como se cruzam nas costas da mulher, como se dão os nós, como se encaixam nos seios, como se apertam nas coxas, enfeitiça qualquer amante do BONDAGE.

O contraste é absoluto: a pele macia da mulher e a aspereza da corda de sisal a envolver-lhe os pulsos, os tornozelos, os seios, a cintura e as coxas. Isso provoca nos dois um empolgamento de tal modo incrível que só aqueles que já o experimentaram são capazes de o descrever. E o culto das cordas pode atingir uma tal dimensão que há mulheres que chegam a sentir ciúmes das suas cordas: guardam-nas, religiosamente, e não permitem que sejam usadas para amarrar o corpo de outra mulher.

Como mera curiosidade, no Japão a arte de amarrar com cordas - SHIBARI- tem o estatuto de culto, quase religião.

(reposição)

07 junho 2010

Amor entre mulheres (3)

Relações lesbianas: técnicas de engate

- Trabalhas, hoje?
- A mulher trabalha sempre: em casa ou fora de casa
- Mas tu trabalhas pouco por fora. Quer dizer: de quando em vez lá vai uma queca por fora.  Estou errado?
- Estás errado. Sou uma mulher casada e tenho poiso certo.
- És uma mulher vistosa, pá. E exalas sexo por todos os poros. És desejada por homens e mulheres, tenho a certeza disso
- Com mulher não conta. É só mesmo para me divertir
- Não é uma queca?
- Não, é sado. Gosto de explorar o meu lado negro de mulher sádica. Dá-me adrenalina. E eu sou viciada em adrenalina
- Tenho uma amiga que deseja experimentar o sexo lésbico. Queres conhecê-la?
- Não, obrigada. Eu escolho as minhas presas.
- Como engatas as gajas?
- Como os homens
- Fora de brincadeiras, diz-me lá qual é a tua técnica. A ver se aprendo alguma coisa contigo
- Estudo-as. Tenho a sorte de, na minha profissão, manter contacto com casaiis dos estratos sociais mais altos. Por isso, só me interesso por mulheres ricas, carentes e submissas.
- E como as abordas tu?
- Tudo começa com um olhar. Fulminante. De modo a quebrar as defesas todas delas. Deixo-as atordoadas.
- E depois?
- Depois, regra geral, afastam-se. Pouco a pouco e a medo aproximam-se de mim. Até que são elas a procurarem-me. Nessa altura, já tomaram uma decisão. Isto é um jogo. E eu gosto de adiar as coisas. Gosto de cozinhar o desejo delas em fogo lento. Primeiro, dou-lhes um doce e logo a seguir uma bofetada. Ou vice-versa. O que é fácil não tem valor.
- E onde as levas ao castigo?
- Ao melhor sitio que elas possam pagar. Pobre não tem o direito de ser lésbica
- Acredito
- Quando sinto que elas estão prontas, ligo-lhes para marcarem um hotel no fim-de-semana.
- E elas?
- Regra geral, nem fazem perguntas. As mulheres têm uma linguagem que só elas entendem, feita de subtilezas. Um frase, um gesto, um olhar, valem mais do que mil palavras. Olha, tenho de ir. Está uma carente à minha espera. As pessoas só precisam de nós. Mais nada.
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05 junho 2010

Amor entre mulheres (2)

Relações lesbianas: um testemunho perturbante

- E as relações lesbianas, a não ser que envolvam sentimento, o que é raro, não são românticas
-  Queres tu dizer que numa relação entre mulheres nada há de sensual?
-  De sensual tem pouco. È mais sexual. E não é idílica e romântica como querem fazer parecer
- Mas numa relação lesbiana não existe sedução, ao menos no início da relação?
- A sedução é praticamente nula. A que manda, o macho, avisa logo a outra. E o relacionamento começa assim: com uma a dominar a outra. Sem grandes seduções ou subtilezas como muitos julgam. Olha, ando a ser assediada por uma falsa lésbica. Uma curiosa. Mas como somos as duas machos e muito machos, não dá. Azar dela.
-  As relações lesbianas são violentas
-  Extremamente, na minha opinião
-  Porque dizes isso?
-  Falo da minha experiencia pessoal
-  E em que se traduz essa agressividade?
- Olha, a manipulação de uma pela outra, a inexistência de qualquer sedução,  a humilhação ….
Mas isso é mais violência psicológica
-  Uma parte da relação assume o papel de homem, de macho, domina e abusa da outra, como já te disse. Mas, aqui, temos de distinguir uma relação ente lésbicas verdadeiras de uma relação de falsas lésbicas, meras curiosas, com relações esporádicas.  Numa relação entre lésbicas verdadeiras , acontece, por vezes, a necessidade de causar dor à outra para atingir o prazer. Sadismo puro. E mesmo pequenas violações que funcionam como castigos de faltas ou de pretensas faltas cometidas.
- Que é isso de pequenas violações? Como pode haver violação num relacionamento lesbiano?
-  Uma relação lésbica a sério é muito sexual, sexo puro e duro. Mas não quer dizer que isso seja mau. Elas gostam.  Por norma, uma delas é submissa. Logo, a dominadora pratica certos actos que provocam dor. Do tipo:  ferrar o clítoris exageradamente, triturar os mamilos. E a penetração dolorosa e gratuita é muito habitual. Funciona como uma estratégia para (de)marcar território, para marcar a parceira física e psicologicamente, para mostrar à outra quem manda na relação. Há muita violência física num relacionamento lesbiano.

04 junho 2010

Amor entre mulheres

Disseste-me no outro dia que a tua amiga quer ter uma experiência com outra mulher. Se ela quer mesmo isso, podemos marcar um jantar em tua casa. Neste fim-de-semana, não,  mas pode ser no próximo sábado: um jantar a três. Procura criar um ambiente acolhedor, envolvente, com uma iluminação nada agressiva, à média luz. Não te esqueças da música, das velas e de um bom vinho fresco, branco de preferência.

Eu levo a sobremesa: para começar um doce de frutos silvestres. Depois EU, EU, EU, barrada de chocolate do pescoço aos pés. Para a tua amiga LAMBER; LAMBER; LAMBER. Ela não pode abusar de chocolate? Olha, querido, com as energias que vamos gastar ela vai queimar as calorias todas a mais.

Queres saber como a vou seduzir? Vai ser assim:

Jantamos. Um bom vinho é essencial para nos desinibirmos. Um vinho branco ou um rosé, muito frutado e com bastante teor alcoólico. Gelado. O adamado do vinho e o frio disfarçam o álcool. Sem darmos conta, estamos bem alegres.

Quero ficar frente a frente com ela na mesa. De modo a poder tocar-lhe com os meus pés, enquanto comemos. Vou roçar suavemente as minhas pernas nas pernas dela. De forma subtil. Discreta. Como só as mulheres sabem fazer. E sem tu te aperceberes. Vamos ser cúmplices de um crime que está prestes a acontecer.

Depois da refeição vamos para o sofá comer a sobremesa. Eu sento-me ao lado dela, bem encostadinha a ela e tu sentas-te no outro sofá. Vou levar um vestido justo de manga curta e sem mais nada por baixo. Convence-a a trazer também uma saia ou um vestido curto sem cuecas e sem sutiã.

Saber que ela está sem roupa interior dá-me pica e vontade de a tocar, de a apalpar. De enfiar a mão. De a acariciar. Ela vai sentir-se nua e insegura. É melhor, assim, para se entregar. Roço-me nela, os meus braços nus nos braços nus dela. No início, de  forma dissimulada. Ela vai perceber mas não vai reagir. Depois segredinhos. E beijos no pescoço. E beijos na cara. E beijos nos ombros. Vai começar a rir-se, nervosamente,com a excitação que começa a invadi-la. Quando achar o momento oportuno, beijo-a na boca e apalpo-lhe as mamas. Destapo-a e beijo-lhe as maminhas. Vai ficar cheia de tesão, toda molhadinha e entrega-se ao prazer, logo, logo. Eu mesma me encarrego de a despir. Vai sentir-se estranha:, ansiosa, inquieta e o centro das atenções.

Vou deixá-la louca de prazer, em êxtase. A tremer toda por dentro e por fora, da cabeça aos pés. Ofegante. Não te sei explicar mas consigo deixar, assim, uma mulher. E sinto-a. Sinto-a em mim. Sinto-a a saborear o momento. A saborear aquele momento de prazer. E a querer mais. Cada vez mais. A implorar por mais.

O que faço? Lambo, chupo, beijo, aperto. Penetro. Como a penetro? Com os dedos. Com dois ou três dedos. Mas profundamente. Até sentir a cabeça do útero. E rodo os dedos dentro dela. Ela contorce-se de prazer. Salta. Guincha. Parece um animal ferido.

A seguir toco-a no botão do amor. Quando a toco no sítio certo ela dispara. Vais vê-la a dar saltos no sofá. Como faço isso não sei. Nem sabia que tinha esse dom. Agora te digo e isto é mesmo verdade. A minha amiga com quem mantenho um relacionamento íntimo, já teve muitos namorados. Giros. Bons. E nunca sentiu com eles o que sentiu comigo. É que eu também não sabia que era capaz de dar tanto prazer a uma mulher.

Depois de a deixar quase  a explodir, barro-me  de chocolate e obrigoa-a a lamber-me toda na tua  frente.

As mulheres depois dos 40 dão mais valor ao prazer.  Depois dos quarenta só pensam em FODER? Eu sei. Então eu não sei?

Se estou excitada com esta conversa e molhadinha? Lol.  Encharcada mesmo.