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04 dezembro 2009

Revelações

Da minha amiga BIANCA recebi este desafio:
(5 - REVELAÇÕES sobre mim)

a) Eu já ... conduzi um automóvel com uma mulher totalmente despida a meu lado e a fazer-me um bóbó (sexo oral);
b) Eu nunca ... deixei (embora já tenha sido abordado para o efeito) que uma mulher me penetrasse com um strap_on;
c) Eu sei ... que um dia vou acabar por ceder (que uma mulher me sodomize com um strap_on);
d) Eu quero ... ter uma sessão de BDSM com uma mulher casada muito, muito, muito tia (menina bem);
e) Eu sonho ... marcar um encontro no quarto de hotel (ou em minha casa) com uma total desconhecida.

27 maio 2009

Dogging

O que é o dogging?

O dogging, nascido na Inglaterra, é uma prática que alia com sucesso o voyeurismo, os encontros espontâneos via Internet, o sexo em locais públicos e o sexo casual. Os parques de estacionamento nas cidades ou zonas rurais, amplas e abertas, são os sítios mais escolhidos para o efeito.

Os participantes estão dentro dos carros e através de sinais previamente conhecidos (a luz interior do carro acesa, luzes exteriores acesas de modo intermitente, janelas e portas abertas) mostram-se aos assistentes. Estes, conforme a disposição daqueles, podem ver ou mesmo participar nos seus jogos sexuais.

Existem sites (fóruns) na Internet dedicados a divulgar e a promover estes encontros. O número de participantes pode ascender às dezenas e a reunião transformar-se numa orgia colectiva.

Estão fixadas regras muito rígidas para os adeptos do dogging : o uso do preservativo é obrigatório e os assistentes devem limitar-se a olhar até serem convidados para a fiesta. assistentes devem limitar-se a olhar até serem convidados para a fiesta.
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16 março 2009

O CONVITE

Preparando o «ménage à trois»


- vens visitar-me?
- se ela estiver de acordo, vamos as duas
- promete que vens!
- prometo que vou se ela concordar
- ela concorda, eu convemço-a
- então, essa parte fica por tua conta
- alguma vez estiveste com ela na cama? Ela pode ficar constrangida
- sem problemas.
- é a realização de uma fantasia minha de há muito
- mas tu contaste-me uma experiência tua que saiu frustrada ...
- sim, e não resultou porque uma delas gostava de mim. Agora, é diferente, não sou íntimo de nenhuma
- tens de ter a sensibilidade suficiente para não preterires uma em favor da outra
- sei disso. Nenhuma de vocês vai sentir-se rejeitada, confia em mim.
- e tens de recriar um ambiente propício: música, velas acesas, essências a arder e o mais que te vier à ideia
- vou surpreendê-las às duas. Tragam lingerie sexy e «brinquedos»
- eu acho que tu vais gostar de nós
- tenho a certeza. Lol. Quero que venham cheias de apetite pelo arroz de marisco e abertas a tudo
- eheheheh. Bem, tenho que te confessar que não sou muito aberta nas traseiras
- «no problem». Vai haver muito gel KY
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08 novembro 2008

Sexo e fantasias no cinema (5)

Blow Up
Reino Unido e Itália (1966). Dirigido por Michelangelo Antonioni



Pela 1.ª vez no cinema, num filme destinado ao grande público, uma cena de nudez frontal feminina (Jane Birkin).

Thomas, um fotógrafo (David Hemmings), procura novos ângulos para fotografar uma jovem muher. Os traços de exibicionismo e voyeurismo são marcantes: ela despe-se e oferece ao fotógrafo o seu corpo em troca dos negativos que deseja recuperar.

As fotos torrnam-se cada vez mais explícitas até se transformarem num quase orgasmo mesmo sem consumação do acto.



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01 julho 2008

Fui prostituta de berma da estrada (2)

- És nova aqui, não és? - indagou ele.
- Não, não, não sou ...
- Ó filha, passo, por aqui, muitas vezes. Uma mulher vistosa e produzida como tu não ia passar despercebida às vistinhas cá do «Je» - interrompeu ele.

Notei o seu esforço para ser galanteador comigo usando uma linguagem afectada. E percebi que me confundira com uma prostituta de berma de estrada. Assim como assim, pensei, talvez fosse essa a melhor estratégia de defesa. Aliás, podia estar a viver ali a experiência de uma vida: fazer de prostituta. Porque não?

Olhei para ele de soslaio. Quarentão, cabelo curto e corpo entroncado a revelar muito ginásio. Não era bonito, mas, curiosamente, tinha um rosto másculo com traços bem definidos. Vestia roupa de marca.

Sem perceber a razão, senti a adrenalina a correr nas veias: a sensação de calor a espalhar-se no corpo com o coração a bater descompassadamente e a dilatação dos lábios vaginais não consentia dúvidas.

- Quanto levas para me fazeres um bóbó? - disparou ele.
- Um bóbó ?!!! (o que será um bóbó, perscrutei eu no mais íntimo da minha mente) - Sorri nervosamente, mas sem conseguir disfarçar a atrapalhação.
- Olha-me esta, não sabe o que é um bóbó? Donde vens tu, filha? Estás a armar em parva ou quê ?- vociferou contrariado.
- Um bóbó é uma mamada, um broche, chupar o pirilau, já percebes agora, sua puta de merda? - praguejou ele com desprezo.
- São 50 Euros – respondi, secamente, aparentando a maior calma do mundo. E a desejar que o tesão dele esmorecesse.
- 5o Euros por um bóbó, porra! Que é essa merda?- insurgiu-se.
- É pegar ou largar! - esclareci, pronta e decidida, com a frieza de uma profissional.
- Quem o vai pegar és tu e já! E virou-se para trás para retirar 50 Euros da carteira.

O diálogo empolgou-me. Estava a ferver por dentro mas, paradoxalmente, alagada no meio das pernas. Aceitei o dinheiro com a maior das naturalidades como se aceitar dinheiro por sexo fosse para mim um gesto banal. Olhou-me fixamente a tentar ser simpático.

- Ok. Por esse preço tenho o direito a ver-te as maminhas, minha putinha de luxo - gracejou ele com um sorriso rasgado.

(Será que as putas mostram as mamas? - questionei-me). Puxei ligeiramente o vestido para baixo e soltei o soutien.

Desapertou o cinto e abriu o fecho das calças. E retirou-a para fora. Não era muito comprida mas era seguramente a mais grossa que alguma vez tinha visto.

Debrucei-me para o chupar fazendo o meu melhor por parecer uma verdadeira profissional. Com uma mão no volante e a outra mão na minha cabeça pressionava-a de encontro ao seu pénis. Como eu detestava aquilo! Com jeitinho lá retirei a mão dele da minha cabeça. Apalpou-me e levantou o vestido para olhar as minhas pernas. E apercebeu-se que estava sem cuecas.

- Sem cuecas, sua grande galdéria! Vocês não perdem tempo. Claro, só atrapalham! - riu-se ele com uma sonora gargalhada.

Pelos 50 Euros tinha de esforçar-me. E como eu me esforcei para conseguir que ele se esporrasse todo. No fim, agradeceu-me, aliviado, dizendo que os 50 Euros tinham sido merecidos. Perguntou-me onde queria que a deixasse.

- Na bomba de gasolina à entrada de Quiaios.

29 junho 2008

Fui prostituta de berma da estrada

(cont.)

Já totalmente recomposta, liguei o rádio e ia apreciando a paisagem. Faltavam cerca de 10 kms, até Quiaios, onde me esperava a minha amiga. Tínhamos combinado almoçar juntas e, depois do almoço, irmos até Coimbra conhecer o Dolce Vita, inaugurado recentemente .

Prostitutas na berma da estrada acenavam aos poucos carros que passavam àquela hora. De repente, o motor começa aos soluços e pára. Roguei, logo ali, uma praga: «foda-se, esta merda!»

A solidariedade feminina manifesta-se onde menos esperamos. Duas mulheres da vida, dita fácil, vieram ter comigo para indagar se precisava de ajuda. Pedi-lhes para empurrarem o carro para a berma da estrada num local que não constituísse perigo para a circulação dos outros condutores. Prontamente se dipuseram a ajudar-me. E lá arrumei o carro numa baía de terra batida, bem longe da faixa de rodagem.

Olhei para o depósito de gasolina como por instinto. O ponteiro batia no zero. Acho que, até, estava para lá do zero. Caramba, tinha-me esquecido de meter gasolina. E agora?

Mal saí do carro, confessei, um tanto constrangida, às minhas amigas de ocasião qual o problema, perguntando-lhes onde se situava o posto de abastecimento mais próximo. À entrada de Quiaios, responderam-se as duas em simultâneo. Bonito. Eram 10 Kms. «Qual o problema?» sossegaram-me elas.

Logo ali, decidiram pôr-se à boleia. Que eu estivesse descansada que o 1.º carro a passar levava-me até Quiaios. Juntei-me a elas. E ali estávamos, nós as três, quase no meio da faixa de rodagem feitas baratas tontas. Pensei para comigo: ou páram ou nos atropelam. Não passaram 5 minutos, um Mercedes desportivo fazia uma travagem a fundo e parava próximo de nós.

- Pode levar esta nossa amiga até Quiaios ?!!! (a subtileza feminina é um espanto: pouparam-me ao vexame de explicar-lhe que estava ali à boleia por falta de gasolina) - gritou uma das minhas amigas para o condutor do Mercedes.

Aquilo era mais uma ordem que um pedido. Ele acedeu com um sorriso largo, sem manifestar a menor contrariedade. Abriu a porta do carro e eu entrei confiante.
(continua)
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28 junho 2008

Fantasias num táxi

Uma freira apanha um táxi, noite escura. O taxista não pára de olhar a freira através do espelho durante o trajecto. Ela apercebe-se dos olhares insistentes dele e pergunta-lhe:

- Que se passa, meu filho?
- Desculpe, Madre, mas tenho vergonha de falar-lhe sobre o meu problema. Tenho medo de ofendê-la.
- Mas, meu filho, já nada me surpreende com esta idade. Diz-me, qual é o teu problema?
- Madre, desde pequenino que tenho esta fantasia: uma freira a fazer-me sexo oral, enquanto conduzo o meu táxi.

A freira ficou lívida e sem fala. Mas, logo se recompôs.

- Bom, só o faria se fosses católico e não fosses casado, disse ela convencida de ter resolvido o problema.

Ao que o taxista respondeu emocionado:

- Mas , Madre, eu sou católico e solteiro!

A freira, sem argumentos, anuiu fazer-lhe o que lhe pedira. Depois de terminada a tarefa, ele chora que nem uma Maria Madalena.
A freira, incomodada, pergunta-lhe:

- Que se passa, meu filho? Porque choras?
- Perdoe-me, Madre, mas sou muçulmano e casado.
- Não te preocupes, responde-lhe a freira. Eu sou gay e vou a uma festa de fantasias.
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04 abril 2008

Fantasia estranha

Esta fantasia persegue-me, recorrentemente, desde o dia que a conheci: convidá-la para jantar comigo no ELEVEN (*). No fim do lauto jantar, ela, empolgada, vira-se para mim e pergunta:
«João, quanto levas para me foder?».


(*) Restaurante situado no alto do Parque Eduardo VII, em Lisboa.

27 setembro 2007

Sexo em alta velocidade


— recordas-te da fantasia que me contaste no outro dia?
— claro que me recordo
— adorei. Conta-me, hoje, outra fantasia tua
— olha, nino, não abuses da tua sorte
— anda lá … só mais esta


— viajo no Alfa Porto – Lisboa
— leio um livro e ele no banco na minha frente lê o jornal
— olha para mim … percebo o olhar dele nas minhas pernas e presta uma especial atenção à minha blusa justa
— tento ignorá-lo
— mas acabo por olhá-lo nos olhos
— ele olha-me nos olhos e sorri-me
— eu olho-o nos olhos e sorrio para ele
— reparo agora na sua boca
— e percebo perfeitamente só pelo movimentos dos lábios que me diz: «casa de banho».
— sorrio e baixo os olhos. Continuo a ler o meu livro
— ele continua compenetrado no seu jornal
— passado algum tempo levanto-me. Já no corredor, sinto que alguém me segue. É ele seguramente. Mas não me atrevo a olhar
— quando carrego no círculo luminoso para abrir a porta ao fundo da carruagem …. uma voz junto ao meu ouvido diz: «deixa a porta aberta»
— dirijo-me à casa de banho. Entro e não fecho a porta. E aguardo expectante. O coração a bater forte. A adrenalina nas alturas.
— Passado algum tempo, a porta abre-se. E ele entra na casa de banho
— Agarra-me e beija-me sofregamente. Apalpa-me toda. Coloca-me de bruços com as mãos sobre o lavatório
— Eu não ofereço a menor resistência. Levanta-me a saia e puxa as cuecas para baixo.
— Penetra-me com força, com vontade e com tesão ... até atingirmos os dois um orgasmo avassalador
— Limpa-se aos toalhetes
— Veste-se e ao sair diz-me: «Fecha a porta e sai daqui a pouco»

13 setembro 2007

Sexo com desconhecidos

(Relato verídico)

- geralmente as minhas fantasias passam-se à noite
- não sei porquê
- ruas escuras
- lol ...
- vou buscar um cigarro
- como ia dizendo …
- passam-se sempre em sítios mais ou menos escuros
- sabes que só, agora, me apercebi disso?
- deve querer dizer alguma coisa
(.............)
- ia num elevador
- com um tipo qualquer
- desconhecido
- falta a luz, o elevador pára
- lol ...
- sinto a respiração dele cada vez mais perto de mim
- tento chegar-me para o outro canto
- continuo a ouvi-lo
- mais perto
- sinto a mão dele a tocar em mim ... apalpando para me situar
- não consigo falar, não me consigo mexer
- sinto o corpo dele a esmagar-se contra o meu
- fico excitada..e não me mexo
- as mãos dele percorrem o meu corpo por cima do vestido
- tento empurrá-lo
- mas sou mais fraca que ele
- estou ali à sua mercê
- levanta-me o vestido
- mete a mão dentro das cuecas ...
- molhadas
- puxa-as ... arranca-as
- com o pé afasta-me as pernas
- levanta-as com as mãos
- eu contra a parede do elevador
- suspensa pelas mãos dele
- sinto-o entrar dentro de mim
- com força
- possui.me ali
- freneticamente
- eu gemo de raiva e de prazer também
- vem a luz
- não consigo encará-lo por vergonha
- o elevador começa a andar ... componho-me
- ele olha para mim, sinto o olhar dele
- mas não me atrevo a olhar
- sai ... e diz: «Até amanhã. Amanhã, quero-te, aqui, à mesma hora!»



PS: diálogo verídico no IRC ... madrugada adentro ... em noite abafada deste verão ... teimosamente quente

09 setembro 2007

Fetiche


Fins de Setembro. O sol punha-se no horizonte.
Uma luz suave inundava todo o café, amplamente envidraçado, criando uma atmosfera mágica.

Quando entrei , apercebi-me que estavas sozinha, sentada do outro lado do salão, em gaveto, de costas para a entrada.

Sentei-me numa mesa ao fundo em posição frontal à tua.

Pedi um fino. O empregado, depois de me servir, dirigiu-se para o outro lado do salão. E ficámos ali os dois completamente sós.

Tomavas meia de leite com uma torrada em pão de forma. Vinhas, talvez, do consultório médico situado por cima do café, pensei eu.

Um ar de radiante felicidade iluminava o teu rosto de mulher madura.

E quando te apercebeste que eu te fitava, sorriste para mim de forma franca, como se já nos conhecêssemos há muito tempo. Olhava, agora, provocadoramente as tuas pernas que a saia justa teimava em deixar à mostra.

Percebi que a minha atitude deixou-te constrangida e que te movimentavas na cadeira, cruzando e descruzando as pernas nervosamente.

Cruzámos os olhares e um choque eléctrico percorreu todo o meu corpo. Tu baixaste os olhos e notei a ruborescência das tuas faces.

Insisti e tu fixaste-me longamente nos teus olhos. Parecias enfeitiçada. Presa por uma estranha força magnética.

Com a boca ligeiramente aberta, percorria dissimuladamente com a ponta da língua a parte interna dos lábios.

O rubor das tuas faces era agora evidente.

Pedi, por gestos, que desabotoasses um botão da blusa para deixares à mostra parte dos seios cruelmente esmagados dentro dela e ansiosos por liberdade. E tu surpreendentemente anuíste ao meu pedido.

Abri as minhas as pernas à espera que imitasses o meu gesto.

Tu não te fizeste rogada. E abriste-as ligeiramente deixando deliciosamente à mostra as coxas opulentas.

Fiz um gesto para te aproximares de mim. Tu sorriste, olhaste para trás assegurando-te de que o empregado estava dentro do balcão na outra ala do café, e vieste ao meu encontro.

Ficaste imóvel na minha frente.

Levantei a saia, de tecido sedoso, e puxei as calcinhas minúsculas para baixo.
Tu, adivinhando os meus pensamentos, deste um jeito para te desenvencilhares delas através dos sapatos de saltos altos.

- Estas ficam comigo - disse-te enquanto as metia no bolso do casaco depois de as ter levado ao rosto para cheirar.
- Talvez um dia nos voltemos a ver - acrescentei.

Peguei nas chaves do carro e dirigi-me ao balcão para pagar
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Foto: Luis García Berlanga

03 agosto 2007

Fantasias de Verão

SONHO


OU


REALIDADE ?

(Reposição)


- Domingo à tarde. Escurecia. Caminhavas só na rua semi-deserta.

- abordagem original. Caminho sem destino.... Continua.

- De repente, pressentes um automóvel a afrouxar. E a parar à tua frente.

- assustada..... e apreensiva

- Pensaste que o condutor desejasse uma informação. E olhaste de relance. Ele abriu os vidros do carro. Os vidros que estavam mesmo junto a ti.

- interrogo-me ...

- Ouviste-o chamar-te. Mas ele não chamou pelo teu nome. Tu olhaste para ele, indagando o que pretendia. Abriu a porta do carro e convidou-te a entrar. Tu sentiste um arrepio na espinha e ao mesmo tempo uma onda de calor a subir dentro de ti. Os teus joelhos tremem. Quase não te seguras de pé. Estás nervosa.

- paralizada. Os joelhos trémulos

- Vem-te à memória a tua fantasia. Era a tua fantasia a realizar-se. Entraste no carro. Como tantas vezes fizeras nos teus sonhos.

- olhos esbugalhados e incrédula

- Olhaste para ele. Moreno, de olhos negros, rosto másculo. Teria 40 anos? Ele arrancou com o carro em alta velocidade. E tu ali com ar de espanto e ao mesmo tempo incrédula com o que te estava a acontecer.
- «Para onde vamos ?», perguntaste tu.
Tu, agora, estás por minha conta», ouviste ele responder com voz autoritária.

- interrogo-me: o que se passa comigo? Empolgada.

- «Tu não mandas em mim!» protestaste pouco convicta.
- «Isso vamos ver» , escarneceu ele.

- tremo como varas verdes … o coração aos saltos. Excitada.

- Estremeceste toda. Sentias as faces quentes a arder. Seria de raiva? Olhastes em volta. Pinheiros e eucaliptos. Uma estrada estreita de paralelos. Quase sem movimento de carros.

- (vai violar-me , mas não quero perguntar-lhe) . Apreensiva e eufórica.

- «Que trazes vestido por debaixo dessa saia? », perguntou ele
- «Umas calcinhas de seda», respondeste qual autómata como na tua fantasia.

Quero ver essas calcinhas. Tira-as fora!», ordenou ele com ar desafiador.

- sem palavras. Paralisada. O Coração bate com força.

- «Não tiro. Porque havia de tirar?», insurgiste-te tu pouco segura.
- «Tira, já disse», insistiu ele.
- «Vais fazer tudo o que eu mandar», sentenciou.

- sinto-me nua. Húmida

- Tu sabias o que ia acontecer. A tua resistência desvaneceu-se. Começas a sentir-te empolgada. Sem saber como nem porquê levantas a saia . Sentiste o olhar concupiscente dele nas tuas pernas. Mas voltas a pôr a saia para baixo. E não retiras as calcinhas.

- sorrio . Estou confusa. A adrenalina a correr nas veias. Em silêncio, sem saber o que dizer.

- «Olha, minha linda cadela de luxo, tens duas alternativas: ou fazes o que eu te mando ou ficas aqui!».
- «Vais já porta fora!», vociferou ele.
- «E imaginas o que pode acontecer? Seres violada, seres até assassinada e atirada para a valeta como um cão».


- medo, muito medo, misturado com alguma excitação.

- Tu olhaste à tua volta. Noite escura. Num sítio ermo. Ao fundo tremeluziam luzes de candeeiros públicos do que tu supunhas ser uma aldeia perdida nas fraldas da serra. Mas ainda estava a uma considerável distância.
- «Então, decides-te ou não? Não vou estar a noite inteira à tua espera!» impacientou-se ele.

- (faço o que ele me mandar, entrego-me aos seus desejos, mas suplico-lhe para não me magoar).

- Quando ele num gesto brusco saiu do carro e abriu a porta do teu lado tu balbuciaste: «Espera, eu tiro».
- «Linda menina!», escarneceu ele.

- tiro as cuecas fora

- Sentias as faces quentes. Sentias todo o teu corpo a escaldar.

- ai! É q estou a escaldar mesmo

- «Agora vais tirar o soutien. Quero ver as tuas lindas maminhas».
- Ele olhava descaradamente os teus seios nus postos a descoberto
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- tiro o soutien ...

- «Bem me parecia que devias ter umas maminhas de sonho», aquiesceu ele.
- Sentes os lábios da vagina a latejar. Estás toda molhada. Esperas que ele não se aperceba.


- sinto-me nua e observada.

- «Bom, minha putinha ordinária, vais masturbar-te na minha frente. Nada de fingimentos», ordenou ele com voz solene.
- Tu ficaste quieta a olhar para ele como a suplicar-lhe que parasse com aquele jogo.
- «Diz-me uma coisa: não estás a gozar ? não estás a sentir prazer ?», quis saber ele.

- prazer ... delírio .... arrepios no corpo todo.

- «Estou», balbuciaste tu, toda arrepiada.
- Tu obedecias àquele homem sem saberes porquê. Parecia que não tinhas vontade própria. O magnetismo da sua voz era irresistível.

- Começaste a masturbar-te como o tinhas feito tantas vezes na tua fantasia. Só que agora era real. A tua fantasia tornara-se realidade.

- estou a tocar-me .... Uiiiiiiiii........... Issooooooooo. É isssooooooooooooo!!!..... A sentir o impensável.

- «Eu sabia, eu sabia que ias gozar. Gozaste? Sê sincera, não foi uma experiência maravilhosa?»
- «Sim, gostei. Foi uma experiência única», confessaste tu envergonhada.
- «Onde queres que te deixe?» indagou ele.
- E tu indicaste o nome de um Centro Comercial.
- Na viagem de regresso estranhaste o ar misterioso daquele homem de quem não sabias nada. Nem o nome.
- E pensavas para contigo: «estranho, ele nunca me tocou. Como na minha fantasia…»


- Estou em transe .... a tremer toda.

- FIM


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PS: diálogo verídico no MIRC, em noite de verão.