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02 novembro 2010

21 julho 2009

As novas Casanovas

Chegaste como quem chega:
Devagar.

Seduziste como quem seduz:
Com arrebatamento.

Conquistaste como quem conquista:
Esmagando.

Partiste como quem parte:
Definitivamente.

Ficou o vazio.

CHEGAR
SEDUZIR
CONQUISTAR
PARTIR

O ciclo repete-se, inexoravelmente,
Girando em torno do vazio.

Que força fará mover esta engrenagem?

Ela pediu-me para lhe explicar este Poema Experimental

(reposição)

08 setembro 2008

Contar os pontinhos

MULHERES ALTERADAS

- quantos dos homens, que conheceu no IRC, levou para a cama?
- alguns
- 5-10 ou 10-20?
- tv 5-10
- quer dizer, não tem bem a certeza. Está protegida pelo anonimato, pode responder à vontade
- tou-me nas tintas po anonimato. Espere, então, que eu vou contar
- essa do "espere que vou contar" fez-me rir. Tem sentido de humor.
- ..............
- hã?
- devem ter sido esses que eu me lembre. 14 nao é? Os pontinhos...
- você é um ponto.
.

18 junho 2008

Cunnilingus: orgasmo feminino garantido

Já que andas numa de educador sexual, hás-de fazer um post sobre minetes,
sobre o que é um bom mineteiro
e como as gajas gostam deles.
Na afundação, há um ano, vi um post muito giro sobre isso mas era daquelas mulheres, marias árvores & companhia,
não me lembro muito bem,
mas era daquelas que são mal lambidas e depois se fartam de falar mal.
Aliás, não sei se sabes, talvez há um ou dois anos,
o tony blair da Inglaterra foi notícia
por ter incentivado o sexo oral como opção a outros métodos de planeamento familiar.
E sexo oral é isso mesmo: dá cá a coninha e, agora, abocanha-me o pirilau.
Minete nem precisa de ser excelente: é orgasmo feminino garantido.
Não sei como se escreve o nome em latim ...
Exacto: cunnilingus
Sim, cá em casa, é orgasmo garantido.
Em simultâneo? Não. Isso é como ter gémeos: é uma excepção.
.

02 junho 2008

Sexo esforçado

Convidei-a para um café onde estivemos, horas, em amena cavaqueira. Voltámos para o carro, estrategicamente estacionado em local ermo (tinha-a convidado para sair comigo sem certezas de nada mas com expectativas de tudo).

Mal ela colocou o cinto, agarrei-lhe as mãos e tentei beijá-la, à força. Mantinha-a manietada com a ajuda do cinto do carro. Ela resistia. Debatia-se. Com a boca e os dentes cerrados.

As forças começaram a faltar-lhe e a sua resistência diminuiu. Larguei-a. E beijei-a ao de leve no pescoço, nos lábios, depois na boca, que se abriu, como por encanto. Acariciei-lhe suavemente os seios. De olhos fechados, entregara-se totalmente ao prazer.

Agora, era ela que tomava a iniciativa. Desabotoou-me a camisa, acariciando-me e beijando-me. Desapertou-me o cinto, puxou o fecho das calças num ápice e mergulhou no meio das minhas pernas, já desesperada, à procura do manjar que julgava seu por direito.

No fim, confessou-me, agradecida, que sem aquele empurrãozinho não teria ido lá.

31 maio 2008

Voz de cama

Assumo que sinto prazer em pecar. E não sinto, por isso, qualquer arrependimento.
Provocas-me sem que ninguém se aperceba. Despes-me com os olhos, despudoradamente. São os toques dissimulados. A tua perna a roçar na minha debaixo da mesa. A tua voz de cama ao telefone. Os piropos ordinários. Os convites onde cabem todas as fantasias. És um sem vergonha. O criminoso perfeito na arte da sedução.

Porque paraste, sacana?
Sádico! Filho da puta! Cabrão!
Tu gostas de me levar sem me levar a lado nenhum.

10 maio 2008

Estratégias e Paradoxos da Sedução

Sempre me intrigou (quando era menino e moço) os jogos e estratégias de sedução das mulheres da minha idade. Algo que, aparentemente, me soava a paradoxo.

Uma mulher com interesse em namorar, casar e ter filhos mostrava-se difícil, evasiva e puritana. No entanto, a aparência, o vestuário, as atitudes e modo de falar revelavam uma mulher sensível, romântica, sonhadora, delicada, influenciável, emotiva, inconstante e, em determinados momentos, irracional e inconsequente.

Esta mesma mulher na presença de um homem, sexualmente apelativo, mas com quem não existiam nem representações nem perspectivas de vida em comum, mostrava-se desinibida, sedutora e sexualmente activa: com uma alteração comportamental radical.

Só, muito mais tarde, descobri que as mulheres dividiam os homens em três classes: os homens sem interesse, os sexualmente interessantes e os com interesse para casar.
Com estes o sexo não era um imperativo. Deixavam-nos a penar. Coitados.

Funcionava como estratégia de ligação, de permanência, de amarração, como investimento em algo mais duradouro. Ao representar este papel elas estavam, tão só, a representar o papel para que tinham sido programadas desde a nascença.

Serão diferentes, hoje, as mulheres?

26 março 2008

Elas só querem seduzir

— Acho que já te percebi
— Gostas é de seduzir
— Seduzir por seduzir
— Um aqui , outro ali, outro mais além ...
— Seduzir este e aquele ...
— E não foder com ninguém.

22 janeiro 2008

O ENCONTRO - Assalto ao Castelo

Ela falava, falava, falava ..... falava pelos cotovelos. Deixei-a desabafar. Eu bem tentava escutá-la atentamente, fixando o olhar naqueles olhos doces, mas o meu pensamento voou para outras paragens: sonhos, fantasias, delírios.

Comecei por descalçar o sapato direito. E de forma despercebida mas com firmeza coloquei o pé estrategicamente no meio das pernas dela.

De tão entusiasmada com a conversa nem se «apercebeu» do assalto eminente ao seu «Castelo» já com as defesas destroçadas.

Ia roçando, ao de leve, sentindo a textura sedosa das suas pernas. Quando o pé chegou à altura do joelho, ela estremeceu, dando um salto na cadeira. E corou. Olhou-me nos olhos com uma expressão entre o incrédulo e o divertido.

Estou agora a acariciar abertamente a parte interna das suas coxas, fazendo o jogo da aproximação perigosa. Um avanço seguido de um recuo. Indo e voltando. Chegando cada vez mais perto. Voltando. Chegando mais perto. Até chegar lá.

Apertou-me o pé no meio das suas coxas permitindo que explorasse, agora, sem esforço aquela gruta quente e húmida. Escorria de tal modo que sentia os dedos do pé ensopados na meia.

Puxei inadvertidamente a toalha da mesa com o cotovelo e as chaves do carro caíram ao chão.
Olhei-a, olhos nos olhos, e desapareci por debaixo da mesa.

Agora, era eu que conversava, sofregamente, mas no meio das pernas dela.


PS: não consta do texto, mas é sabido, devido a um desabafo inoportuno de uma comentadora deste blog, que as mesas tinham toalhas até ao chão.

25 dezembro 2007

Seduceme

Sedúceme con tus palabras
sumérgeme en tu piel
ámame con tus caricias
aprisióname en tu cuerpo.

Que se eternice el tiempo
que se paren las horas
que se detengan los minutos
que se borren los segundos.

Súbeme a tu cielo
húndeme en tu amor
méceme en tus olas
ahógame en tus besos.

Bájame nuevamente
muéstrame tu pasión
fúndeme en tu deseos
acúdeme en tu éxtasis.

Enséñame quien eres tú
poséeme mil veces
sedúceme nuevamente
hazme tuya para siempre...
eternamante tua...

(Celine Dion)

01 setembro 2007

Jogos de sedução


Preparava-me para sair do café, quando tu entraste.
Cumprimentámo-nos e decidi fazer-te companhia.

Vinhas linda de morrer, em tons de bege e azul-bebé. Com um colar,
a condizer, «de prata e água-marinha», disseste-me tu.

E aproveitei para tecer elogios rasgados, quer à forma jovial como vin-
has vestida, quer à tua figura esbelta de mulher madura.

Conversámos animadamente sobre os filhos, sobre as dificuldades do 1.º emprego quando acabam a faculdade, falaste-me do emprego do teu filho e do orgulho que sentes nele, disse-te que o carro desportivo, topo de gama, dele causara um alvoroço incrível nos miúdos do prédio. E fartaste-te de rir das minhas habilidades e dotes culinários.

Mas, entretanto, lá te convenci a convidares-me para um chá em tua casa. E, à hora marcada, estava eu a tocar à campainha.

Vieste receber-me com uma camisa de dormir curtíssima e onde era visível, de forma bem marcada, o vale dos seios.
Perante o meu ar de espanto e de incredulidade e, face à minha notória atrapalhação, tu disparaste:

- Não me disseste que querias que eu te recebesse com a minha camisa de dormir mais sexy? Pois .... esta é a minha camisa de dormir mais sexy.
- Bom, não pensei que levasses isso tão a peito. Mas, sem dúvida, surpreendeste-me - aquiesci.

O chá decorreu num ambiente descomprometido e animado. E adorei as tostas feitas de pão normal (porque, desculpaste-te tu, não havia pão de forma no Pingo Doce).
Estavas ali na minha frente sensual, com as coxas à mostra. E eu disse-te que era naquele momento o homem mais feliz do mundo. Trocámos olhares insinuantes, trocámos toques delicados, dissimuladamente involuntários.

E, quando te questionei, porque agias daquela forma quando, vezes sem conta, tinhas sido insensível ao assédio que há muito te vinha fazendo, tu apenas sorriste sem nada dizeres.
No fim do chá, disseste-me que tinha de ir-me embora já que esperavas uns familiares e precisavas mudar de roupa.

Fiquei a olhar para ti de olhos esbugalhados e atónito. Mas tu, decidida e calmamente, encaminhaste-me até à porta dando-me um beijo de despedida.

Ao entrar no elevador pensei para comigo:
- Fodeste-me bem.

26 novembro 2006

Money, money, money

Quis a sorte ou o destino conhecer e privar, de forma ocasional, com um dos homens mais ricos de Portugal.

Além das entediantes conversas dos seus milhões e de como se ganham milhões (intuição para o negócio misturada com muita sorte, diz ele), repete-me, vezes sem conta, que a sua vida amorosa dava um filme.

E um dos conselhos que me deu foi este: «Meu caro, não fique aí sentado à espera. Se quer conquistar uma mulher, vá ao encontro dela. Não mantenha uma atitude passiva. Mas um comportamento proactivo».

E eu acabo por concordar com ele.
Não é que o filho da puta anda a bater-se* às mesmas gajas que eu ? Mulheres com metade da sua idade e que podiam ser suas netas. Acenando-lhes com promessas mirabolantes (segundo ouço das próprias).

* Em linguagem de trolha: papar, comer, foder.

25 novembro 2006

Jogos de Sedução

(Relato verídico de uma aventura. «Just in time»).


Domingo, 19-11-2006

Onze horas da manhã. O café completamente cheio. Tu estavas sentada com a minha amiga, tal como eu já imaginava, numa mesa ao canto virada para a porta de entrada. Viste-me entrar e sorriste-me. Com um sorriso franco e bonito. Eu não tinha alternativa. Não havia qualquer mesa livre, por isso pedi licença e sentei-me na vossa mesa.
Cumprimentei a minha amiga com um beijo. E ela apresentou-te. Tu, de imediato, levantaste-te e deste-me um beijo em cada face mostrando a maior naturalidade do mundo.
Cedo me apercebi, estupefacto, que sabias muitas coisas a meu respeito. Sossegaste-me dizendo que eras a tia da maior amiga da minha filha.
Eu sei. Elas são amigas inseparáveis desde a infância. E a tua sobrinha é amorosa. Eu sempre gostei muito dela. E ela tem por mim um afecto especial. Deve achar-me um eterno adolescente. Foi isso que ela te disse?
Conhecias, com certeza, o novo rumo da minha vida. E que eu era agora um homem só e descomprometido. E tu disseste-me em jeito de consolação: «Deixa pra lá, cada vez há mais divorciados e divorciadas».
Falámos de vinhos e tu disseste-me que gostavas mais dos brancos gelados. Falámos de prendas do Natal e da carestia de vida. De porcelanas finas. E tu ficaste espantada ao perceberes que eu tinha uma fixação por porcelanas finas. E que era um «connosseur». Exagerei um pouco. Queria impressionar-te.
«Admiro homens sensíveis à arte e ao belo», disseste-me tu. E eu sorri.
Defendeste os metrossexuais e eu brinquei com isso. E tu riste-te da minha definição de metrossexuais.
De repente, estávamos os dois sozinhos nos café. E a conversa descambou, como não podia deixar de ser, para o sexo.
Pagaste-me o café e saímos.
Terá sido impressão minha ou quase me beijaste os lábios na despedida?

(continua)

12 outubro 2006

BRICOLAGE


FAÇA VOCÊ MESMO

Propõe-lhe um jogo.
Pede-lhe que vista um vestido ou uma saia curta e se sente sozinha na esplanada de um café de perna cruzada.
Desafia-a a atrair os olhares masculinos circundantes a cruzar e a descruzar as pernas com as coxas à mostra.
Ficas numa mesa mais afastada, observando-a e avaliando o seu poder de atração e de sedução.
Vais gostar de perceber que os outros a desejam, mas que ela é tua e que só tu tens a felicidade de usufruir dos seus encantos.



177 façons d'emmener une femme au septième ciel, par Margot Saint-Loup.Tradução (livre): O_Trolha