E na hora do aperto
Enfrento de peito aberto
A fera.
Ninguém me leva ao engano
E só me pode causar dano
A espera.
... E os dedos, ávidos de desejos, / a delinear as curvas, / os gestos, no teclado, / noite adentro./ Vadios de nós... / Nos lençóis virtuais... / Amar o não visto. / Dos gemidos dados, / ouvidos ao longe ,/ oceanos adentro./ E nós, desse jeito... / sem jeito algum ./ Procurando um jeito de, / ao conquistar, / conquistar-se. (Autoria de Ivaldo Gomes )
27 fevereiro 2011
Cinderela (à moda dos Gunas)
Como contar a história da Cinderela às crianças de hoje para que não
nos chamem "Kotas":
Há tótil, mano, havia uma garina cujo cota já tinha esticado o pernil
e que vivia com a chunga da madrasta e as melgas das filhas dela.
A Cinderela (Cindy p'ós amigos) parecia que vivia na prisa sem tempo
para sequer enviar uns mails.
Com este desatino todo, só lhe apetecia dar de frosques porque a
madrasta fazia-lhe bué da cenas.
É então que a Cindy fica a saber da alta desbunda que ia acontecer:
Uma reive!!! A gaija curtiu tótil a ideia mas as outras chavalas
cortaram-lhe as bases.
Ela ficou completamente passadunte mas, depois de andar à toa durante
um coche, apareceu-lhe uma fada baril que lhe abichanou uma farda baita
bacana e ela ficou a parecer uma ganda fêbra.
Só que só se podia afiambrar da cena até ao bater das 12.
Tás a ver, meu?
A tipa mordeu o esquema e foi para a borga sempre a bombar.
Ao entrar na party topou um mano cheio da papel, que era bom comó
milho, e que também a galou logo ali. Aí, a Cindy passou-se dos
carretos, desbundaram "óle naite longue", até que ao ouvir
as 12, ela teve de se axandrar e bazou.
O mitra ficou completamente abardinado quando ela deu de frosques e
foi atrás dela mas só encontrou pelo caminho o chanato da dama.
No dia seguinte, com uma alta fezada, meteu-se nos calcantes e foi à
procura de um chispe que entrasse no chanato.
Como era um ganda cromo, teve uma vaca descomunal e encontrou a
maluca, para grande desatino das outras fatelas que ficaram a anhar.
Fim: Tá-se bem.
nos chamem "Kotas":
Há tótil, mano, havia uma garina cujo cota já tinha esticado o pernil
e que vivia com a chunga da madrasta e as melgas das filhas dela.
A Cinderela (Cindy p'ós amigos) parecia que vivia na prisa sem tempo
para sequer enviar uns mails.
Com este desatino todo, só lhe apetecia dar de frosques porque a
madrasta fazia-lhe bué da cenas.
É então que a Cindy fica a saber da alta desbunda que ia acontecer:
Uma reive!!! A gaija curtiu tótil a ideia mas as outras chavalas
cortaram-lhe as bases.
Ela ficou completamente passadunte mas, depois de andar à toa durante
um coche, apareceu-lhe uma fada baril que lhe abichanou uma farda baita
bacana e ela ficou a parecer uma ganda fêbra.
Só que só se podia afiambrar da cena até ao bater das 12.
Tás a ver, meu?
A tipa mordeu o esquema e foi para a borga sempre a bombar.
Ao entrar na party topou um mano cheio da papel, que era bom comó
milho, e que também a galou logo ali. Aí, a Cindy passou-se dos
carretos, desbundaram "óle naite longue", até que ao ouvir
as 12, ela teve de se axandrar e bazou.
O mitra ficou completamente abardinado quando ela deu de frosques e
foi atrás dela mas só encontrou pelo caminho o chanato da dama.
No dia seguinte, com uma alta fezada, meteu-se nos calcantes e foi à
procura de um chispe que entrasse no chanato.
Como era um ganda cromo, teve uma vaca descomunal e encontrou a
maluca, para grande desatino das outras fatelas que ficaram a anhar.
Fim: Tá-se bem.
14 fevereiro 2011
Carta de Amor

Querido João,
Os anos passam, os dias repetem-se, Somos tentados a repeti-los. E aqui estou eu a satisfazer a minha tentação, de hoje, contigo.
Está uma manhã fria de sol. Desce. Estou na rua à tua espera. Apertada por um zipper dentro da parka branca acolchoada dos joelhos ao pescoço. Botas brancas. Cabelo ao sol de Inverno. Sorriso de saber que estás quase a chegar. Quente por fora, à espera que as tuas mãos me deixem a escaldar por dentro.
Vem. Não é que eu esteja impaciente, mas tenho pressa de ti. Vem.
Aí estás tu! Rio-me! Como poderia não me rir, se apesar de te ter pressionado para vires depressa, ainda te lembraste de tirar uma gerbéria de fogo da jarra de flores da tua sala? E a seguras na tua boca?
Que vai separar a tua boca da minha enquanto eu não arrancar com os meus lábios, uma a uma todas as pétalas, até, por fim, ser a tua boca o meu prémio? Vai demorar um pouco e tenho que me concentrar nos movimentos finos e certeiros que preciso de fazer para o conseguir.
Sem eu dar por nada, terás tempo de abrir o zipper, meteres as mãos e acariciares por dentro de mim o que imaginas e o que encontras, e voltares a fechá-lo a tempo de me apanhares a soltar a última pétala.
Acabei. Mereço a tua língua. Enfia-a na minha boca e fá-la mexer, às voltas, no meu molhado escuro, quente, quieto e receptivo.
Adoro os teus beijos!
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13 fevereiro 2011
Engate no Facebook
Ele: Agora já somos amigos no Facebook. Para o bem e para o mal.
Ela: Sim, claro!!!! Bem-vindo!!!!
Ele: Isto é mais sério que um casamento, que hoje já ninguém leva a sério.
Ela: Eu levo à RISCA!!!
Ele: E nunca pisaste o risco?
Ela: Eu pecadora me confesso. Esforço-me. Já não me esforço. Não resisto
Ele: Pisas?
Ela:Tem de valer a pena!
Ele: Vale sempre a pena, quando a COISA não é pequena
Ela: UIIIIIIIIIIIIIIII ...... A COISA PROMETE!!!!
30 janeiro 2011
Castigo
Apeteces-me!
Quero-te!
Não admito recusas: nem dores de cabeça ou relatórios para acabar.
Queres ir ao castigo ... e é hoje que vou fevar-te ao castigo.
Nem que Deus me castigue por isso!
Quero-te!
Não admito recusas: nem dores de cabeça ou relatórios para acabar.
Queres ir ao castigo ... e é hoje que vou fevar-te ao castigo.
Nem que Deus me castigue por isso!
28 janeiro 2011
Ai, Jesus!
No jantar que Madona teve, no Rio de Janeiro, com o empresário Eike Batista (o gajo mais rico do Brasil e o 8.º mais rico do mundo), a certa altura Madonna contou que ia dando um tombo de todo o tamanho (certamente bem maior do que ela) por ter escorregado no passeio molhado da chuva. E, para provar que era verdade, levantou o vestido e mostrou uma marca na perna em resultado do quase acidente.
Dizem as más-línguas que o maior acidente foi ela ter levantado o vestido e mostrado as pernas ao Eike Batista, o qual, abrindo os cordões à bolsa (não, não foi o fecho éclair das calças), fez uma doação de US$ 7 milhões para a funda_ção da Madonna.
Suspeita-se que ele terá aberto os cordões à espera que Madona baixasse o vestido.
Ai, Jesus!
Dizem as más-línguas que o maior acidente foi ela ter levantado o vestido e mostrado as pernas ao Eike Batista, o qual, abrindo os cordões à bolsa (não, não foi o fecho éclair das calças), fez uma doação de US$ 7 milhões para a funda_ção da Madonna.
Suspeita-se que ele terá aberto os cordões à espera que Madona baixasse o vestido.
Ai, Jesus!
26 janeiro 2011
Por que se expõem as mulheres no Facebook?
“O Amor é fogo que arde sem se ver”, brada o poeta.
“O que é bom é para se ver!”, clamam as mulheres que se despem, sem pudor, em fotos mais ou menos ousadas, postas no seu mural do Facebook.
Se umas o fazem por razões estritamente profissionais (J ), que força ou pulsão interior leva as mulheres a exporem-se desse modo perante familiares, amigos e meros conhecidos?
Mero efeito de imitação ou um desejo irreprimível de afirmação de mulheres, de bem consigo próprias e com a sua sexualidade, face à concorrência feroz que sentem à sua volta?
14 janeiro 2011
Quase
Um pouco mais abaixo e eu era brasa;
Um pouco mais ao fundo e eu era além.
Para atingir, faltou-te o talento.
Se ao menos permanecesses cá dentro ...
Um pouco mais ao fundo e eu era além.
Para atingir, faltou-te o talento.
Se ao menos permanecesses cá dentro ...
02 janeiro 2011
BOAS ENTRADAS EM 2011
Ele: Entrou bem em 2011?
Ela: Muito bem! E com você?
Ele: Com alguma dificuldade, no início, mas entrou. E depois prego ao fundo: sempre a bombar.
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Ela: Muito bem! E com você?
Ele: Com alguma dificuldade, no início, mas entrou. E depois prego ao fundo: sempre a bombar.
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17 dezembro 2010
Boa de boca
- Já jantaste?
- Ya!
- Ia desejar-te bom apetite. Andas com apetite?
- Sou boa de boca
- Uma boca assim é o sonho de qualquer homem!!!
- Ya!
- Ia desejar-te bom apetite. Andas com apetite?
- Sou boa de boca
- Uma boca assim é o sonho de qualquer homem!!!
16 dezembro 2010
Vai um tirinho?
Ela: - Coração de pedra. Só mesmo à pedrada.
Ele: - Quem atira a primeira pedra? Atiras tu? Se tu a_tirares também a_tiro.
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Ele: - Quem atira a primeira pedra? Atiras tu? Se tu a_tirares também a_tiro.
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Amor & Paixão
Ele; o teu amor por mim é amor xesual?
Ela: tu sabes que te amo ... o resto é só paixão. Paixão desmedida mas paixão, carago!
Ele: nem mais. Tu a mim só m'amas.
13 dezembro 2010
Por que demoram tanto tempo as mulheres na casa de banho?
Tenho para mim, como mais plausível, a explicação seguinte:
- Elas demoram muito tempo na casa de banho porque andam a mostrar-se umas às outras numa acérrima competição «inter pares».
«Meu Deus, olha para isto, vê como a minha cintura está tão fina! E olha-me para estas ancas!»
«Vê estas calças. São o nº 36. E imagina que nunca vesti umas calças que me caíssem tão bem!»
Em conclusão: as mulheres demoram muito tempo na casa de banho para mostrarem às suas «amadas e adoradas amigas» as suas formas maravilhosas e o quanto estão magras.
Aumenta a sua Auto-Estima e as «amigas», que caçam no mesmo território, ficam na merda e com o EGO a arrastar-se pelo chão.
- Elas demoram muito tempo na casa de banho porque andam a mostrar-se umas às outras numa acérrima competição «inter pares».
«Meu Deus, olha para isto, vê como a minha cintura está tão fina! E olha-me para estas ancas!»
«Vê estas calças. São o nº 36. E imagina que nunca vesti umas calças que me caíssem tão bem!»
Em conclusão: as mulheres demoram muito tempo na casa de banho para mostrarem às suas «amadas e adoradas amigas» as suas formas maravilhosas e o quanto estão magras.
Aumenta a sua Auto-Estima e as «amigas», que caçam no mesmo território, ficam na merda e com o EGO a arrastar-se pelo chão.
08 dezembro 2010
Queca alternativa
Aderi às novas tecnologias
Modernices
Comprei uma máquina de 8000 rotações
Mas dá para regular, conforme a tesão
Para as quecas alternativas
Sem sexo é que não
E não ganho artroses nos dedos
Lei de talião (retaliação)
Estão numa relação e foram traídas por ele?
Vinguem-se. Sigam a lei de talião (retaliação): olho por olho, dente por dente.
Ele foi para a cama com uma gaja com metade da vossa idade?
Sem stress, sem trauma, arranjem uma gaja com metade da vossa idade e levem-na para a cama.
E a vida continua.
07 dezembro 2010
Sexo, Mentiras & Filmes
Numa conversa, frente a frente, entre uma homem e uma mulher os sinais não verbais respondem por 60% a 80%, os sons vocais de 10% a 30% e apenas cerca de 10% dizem respeito às palavras.
O cérebro de uma mulher é capaz de captar uma quantidade enorme de pormenores através dos seus olhos. Por outro lado, o seu grande poder de processamento permite-lhe fazer a integração e decifrar rapidamente os sinais visuais e vocais bem como outros sinais recebidos. É por isso que a maioria dos homens tem muita dificuldade em mentir numa conversa frente a frente com uma mulher.
Ao contrário, as mulheres sabem bem como é relativamente fácil mentir a um homem, já que este não tem a mesma capacidade para captar os sinais não verbais emitidos pelas mulheres.
Pensa-se que, actualmente, a infidelidade feminina já supera a infidelidade masculina.
As mulheres traem os seus parceiros. As mulheres mentem aos seus parceiros. Um mulher, até a mais insuspeita, nunca dá a entender a sua infidelidade e nem sequer à suas melhores amigas o confessa.
São excelentes actrizes e os filmes delas são perfeitos, sem erros de casting e muito convincentes.
Em suma: traem melhor e mentem melhor que eles.
Melhor assim. É preferível a um homem desconhecer a infidelidade da mulher.
Ser corno manso é que não.
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O cérebro de uma mulher é capaz de captar uma quantidade enorme de pormenores através dos seus olhos. Por outro lado, o seu grande poder de processamento permite-lhe fazer a integração e decifrar rapidamente os sinais visuais e vocais bem como outros sinais recebidos. É por isso que a maioria dos homens tem muita dificuldade em mentir numa conversa frente a frente com uma mulher.
Ao contrário, as mulheres sabem bem como é relativamente fácil mentir a um homem, já que este não tem a mesma capacidade para captar os sinais não verbais emitidos pelas mulheres.
Pensa-se que, actualmente, a infidelidade feminina já supera a infidelidade masculina.
As mulheres traem os seus parceiros. As mulheres mentem aos seus parceiros. Um mulher, até a mais insuspeita, nunca dá a entender a sua infidelidade e nem sequer à suas melhores amigas o confessa.
São excelentes actrizes e os filmes delas são perfeitos, sem erros de casting e muito convincentes.
Em suma: traem melhor e mentem melhor que eles.
Melhor assim. É preferível a um homem desconhecer a infidelidade da mulher.
Ser corno manso é que não.
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04 dezembro 2010
Cunnilingus - orgasmo feminino garantido
Já que andas numa de educador sexual, hás-de fazer um post sobre minetes, sobre o que é um bom mineteiro e como as gajas gostam deles.
Na afundação, há um ano, vi um post muito giro sobre isso mas era daquelas mulheres, marias árvores & companhia,
Não me lembro muito bem,mas era daquelas que são mal lambidas e depois se fartam de falar mal.
Aliás, não sei se sabes, talvez há um ou dois anos,o tony blair da Inglaterra foi notícia por ter incentivado o sexo oral como opção a outros métodos de planeamento familiar.
E sexo oral é isso mesmo: dá cá a coninha e, agora, abocanha-me o pirilau.
Minete nem precisa de ser excelente: é orgasmo feminino garantido.
Não sei como se escreve o nome em latim ...
Exacto: cunnilingus
Sim, cá em casa, é orgasmo garantido.
Em simultâneo? Não. Isso é como ter gémeos: é uma excepção.
Na afundação, há um ano, vi um post muito giro sobre isso mas era daquelas mulheres, marias árvores & companhia,
Não me lembro muito bem,mas era daquelas que são mal lambidas e depois se fartam de falar mal.
Aliás, não sei se sabes, talvez há um ou dois anos,o tony blair da Inglaterra foi notícia por ter incentivado o sexo oral como opção a outros métodos de planeamento familiar.
E sexo oral é isso mesmo: dá cá a coninha e, agora, abocanha-me o pirilau.
Minete nem precisa de ser excelente: é orgasmo feminino garantido.
Não sei como se escreve o nome em latim ...
Exacto: cunnilingus
Sim, cá em casa, é orgasmo garantido.
Em simultâneo? Não. Isso é como ter gémeos: é uma excepção.
01 dezembro 2010
Fellatio (in ore)
Aconchega-te no meio das suas pernas. Acaricia-O por fora das calças. Desaperta o cinto e abre o fecho éclair. Está quente e duro? Sente o pulsar d'ELE.
Puxa as calças para baixo, deixando-o semi-imóvel. E, num movimento brusco, arranca-lhe os boxers. Com a língua molhada a tocar no lábio superior olha-o nos olhos de forma provocadora. Ele quer ver-te a chupá-LO. Dá-lhe esse prazer.
Mantém a língua húmida e começa a lambê-lo de alto a baixo até aos testículos. Chupa-os suavemente. Cuidado, é uma zona muito sensível. Faz de conta que vais mordê-lo. Intervala pequenas dentadinhas com lambidelas aguadas ao longo do pénis.
Concentra-te, agora, na glande. Com sensualidade, com suavidade, com destreza. Nunca a deixes seca. Mistura a tua saliva com a secreção lubrificante que sai pelo canal da uretra. Passa a ponta da língua molhada na abertura da uretra e no freio (membrana que liga o prepúcio à parte posterior da glande). São as zonas mais sensíveis do pénis.
De forma perversa, lambe a cabeça do pénis. Saboreia o fluido semi-transparente que escorre do orifício da glande. Ele está a sentir um formigueiro intenso nas plantas dos pés. Insiste mais e mais. Vê como reage. Ouve os seus gemidos e repara como se contorce.
Fá-lo deslizar lentamente de fora para dentro e de dentro para fora da tua boca. Continua com a língua a martirizá-lo na abertura da uretra. E com a ajuda dos dedos da mão faz movimentos masturbatórios circulares e longitudinais ao longo do pénis. Vai aumentando o ritmo. Volta a fazê-LO deslizar com suavidade para logo a seguir aumentares o ritmo. Engole-O até ao fundo, recriando o filme da Garganta Funda.
Aperta a base do pénis quando sentires que está a vir-se para retardares a ejaculação. Liberta-O, agora.
Observa o leite a sair em jorros quentes, em direcção à tua boca. Deixa-te lambuzar pela esporra como nos teus sonhos húmidos, agora, tornados realidade.
Puxa as calças para baixo, deixando-o semi-imóvel. E, num movimento brusco, arranca-lhe os boxers. Com a língua molhada a tocar no lábio superior olha-o nos olhos de forma provocadora. Ele quer ver-te a chupá-LO. Dá-lhe esse prazer.
Mantém a língua húmida e começa a lambê-lo de alto a baixo até aos testículos. Chupa-os suavemente. Cuidado, é uma zona muito sensível. Faz de conta que vais mordê-lo. Intervala pequenas dentadinhas com lambidelas aguadas ao longo do pénis.
Concentra-te, agora, na glande. Com sensualidade, com suavidade, com destreza. Nunca a deixes seca. Mistura a tua saliva com a secreção lubrificante que sai pelo canal da uretra. Passa a ponta da língua molhada na abertura da uretra e no freio (membrana que liga o prepúcio à parte posterior da glande). São as zonas mais sensíveis do pénis.
De forma perversa, lambe a cabeça do pénis. Saboreia o fluido semi-transparente que escorre do orifício da glande. Ele está a sentir um formigueiro intenso nas plantas dos pés. Insiste mais e mais. Vê como reage. Ouve os seus gemidos e repara como se contorce.
Fá-lo deslizar lentamente de fora para dentro e de dentro para fora da tua boca. Continua com a língua a martirizá-lo na abertura da uretra. E com a ajuda dos dedos da mão faz movimentos masturbatórios circulares e longitudinais ao longo do pénis. Vai aumentando o ritmo. Volta a fazê-LO deslizar com suavidade para logo a seguir aumentares o ritmo. Engole-O até ao fundo, recriando o filme da Garganta Funda.
Aperta a base do pénis quando sentires que está a vir-se para retardares a ejaculação. Liberta-O, agora.
Observa o leite a sair em jorros quentes, em direcção à tua boca. Deixa-te lambuzar pela esporra como nos teus sonhos húmidos, agora, tornados realidade.
29 novembro 2010
Por dentro da coisa ou com a coisa por dentro, eis a questão
Ele - Como ficou o Real?
Ela - 5-0 ganhou o Barça
Ele - Como foi que aconteceu isso?
Ela - É futebol. E futebol é assim mesmo?
Ele - Tu estás por dentro da coisa?
Ela . Minimamente, porquê?
Ele . Preferes estar por dentro da coisa ou com a coisa por dentro?
Ela - 5-0 ganhou o Barça
Ele - Como foi que aconteceu isso?
Ela - É futebol. E futebol é assim mesmo?
Ele - Tu estás por dentro da coisa?
Ela . Minimamente, porquê?
Ele . Preferes estar por dentro da coisa ou com a coisa por dentro?
28 novembro 2010
Sucedâneos
"Depois do almoço vou até ao parque andar de baloiço e de cavalinho".
Minha querida, quando não se tem cão caça-se com gato.
.
Minha querida, quando não se tem cão caça-se com gato.
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27 novembro 2010
Troca por troca
Estão a fazer furor em França os anúncios postos na imprensa diária de trocar pequenos serviços e reparações domésticas por serviços sexuais.
A opinião pública mais retrógrada e atávica, escandalizada, clama que é uma nova forma encapotada de prostituição. Não é. Mas a forma prática (as mulheres têm um incrível sentido práticol) encontrada por muitas mulheres, a viver vidas solitárias, de terem uma vida sexual normal no conforto do lar e sem se exporem publicamente.
PS: se a moda pega por cá, o Grupo Parlamentar do PS não deixará de propor uma Lei a tributar estes serviços
26 novembro 2010
Convite para jantar (Parte II)
“Estou pronta a receber a coleira” – disse-me ela.
“Estou orgulhoso de ti mas receberás a coleira no momento adequado” – respondi-lhe eu.
O jantar decorreu animado mas sem sobressaltos. Preparei tudo com tempo e ao pormenor: a sala semi-obscura, a lareira acesa, os castiçais de prata na mesa e a música ambiente relaxante.
Tinha-lhe pedido para vir com meias de ligas e sem cuecas e percebi pelos olhares cúmplices trocados que a sua amiga já estava a par do nosso segredo.
Combináramos ir tomar café, após o jantar, a um bar romântico aberto recentemente nas margens do rio. Mas, no fim da refeição, arremessámo-nos os três para o sofá. Não me pareceu que elas quisessem abandonar aquele ambiente quente e acolhedor para ir tomar café.
Virei-me para a minha amiga e disse-lhe: «Acho que este era o momento adequado. Mas, devido à circunstância de não estares sozinha, o ritual da tua iniciação terá de esperar por melhor oportunidade». Olhos arregalados, vi ar de assombro estampado no rosto da outra. De imediato, levantaram-se e foram bisbilhotar para a cozinha. Regressaram, pouco depois, sorridentes e eufóricas. O ritual da iniciação não podia esperar, falaram as duas em uníssono.
Fui ao quarto buscar uma caixa de madeira, religiosamente guardada, e mal regressei ela ajoelhou-se na minha frente para receber a coleira. Já lhe explicara antes que o ritual da iniciação estava subordinado a gestos carregados de simbolismo. Por exemplo, em sinal de respeito e de total disponibilidade para ser usada, deveria receber a coleira sem cuecas e com os seios a descoberto. Explicou-me que estava já sem cuecas, fazendo questão de o mostrar, e desapertou o sutiã exibindo os seios nus. Aproximou-se de mim e inclinou a cabeça para receber a coleira.
A amiga assistia, ao lado, atónita e algo perturbada. Pedi-lhe para a levar para o quarto, pela trela, e prende-la aos pés da cama. Pouco tempo depois regressa, sozinha. Prostra-se aos meus joelhos, dizendo que também ela quer receber uma coleira.
24 novembro 2010
Sonho erótico
(Relato verídico)
— anoitece
— vou na rua e começa a chover. Uma chuva miudinha. E eu estou sem guarda-chuva
— chove cada vez mais intensamente
— procuro um sítio onde me abrigar
— há um prédio e abrigo-me na empena do prédio
— espero que pare de chover
— mas chove cada vez mais
— o vestido molhado cola-se ao corpo
— um automóvel pára na estrada em frente de mim
— por gestos convida-me a entrar no carro
— recuso com um sorriso
— ele sai do carro e vem ter comigo
— insiste para me abrigar no carro
— delicadamente agarra a minha mão e leva-me para o carro
— eu deixo-me ir sem opor resistência
— coloca o braço por cima do meu ombro protegendo-me da chuva com a gabardina
— abre a porta do carro e eu entro
— liga o ar condicionado, arranca e pára pouco à frente num beco sem saída. Diz para aguardarmos ali até que deixe de chover
— oferece-me um cigarro. Aceito e agradeço
— sinto-o a olhar-me
— o olhar dele é cada vez mais insistente e insinuante
— fico constrangida
— olha para as minhas pernas, para o vestido todo colado ao corpo
— põe uma mão nos meus joelhos e, veladamente, tenta separá-los
— tiro a mão dele de cima dos meus joelhos
— insiste e volta a insistir
— passa a outra mão pelo meu pescoço
— puxa-me pelos cabelos para trás e beija-me
— vai descendo com a boca até aos meus seios, por cima do vestido colado ao corpo
— morde-me os mamilos erectos do frio
— com a outra mão continua a acariciar-me as coxas
— toca-me no sexo por cima das cuecas
— fecho os olhos e deixo de resistir. Sinto os joelhos quentes e a tremer. Uma onda de calor sobe pelas coxas até às minhas entranhas
— puxa o vestido para cima, deixando-me exposta
— mete a mão pelo decote do vestido dentro do sutiã
— a outra mão continua no meu sexo
— com a minha mão procuro o sexo dele
— sinto-o por cima das calças, está duro
— puxa-me pelos cabelos até ao colo
— e esfrega a minha cara no seu sexo
— tira o sexo para fora e ordena: «chupa-o!»
— obedeço
— reclina o banco para trás e fica deitado no banco
— continuo a chupá-lo
— mas, quando menos espera, sento-me em cima dele e enterro-me toda
— cavalgo-o até nos virmos os dois
— abro a porta do carro, saio e vou-me embora.
— parou de chover
— um refrescante cheiro a terra húmida paira no ar.
— anoitece
— vou na rua e começa a chover. Uma chuva miudinha. E eu estou sem guarda-chuva
— chove cada vez mais intensamente
— procuro um sítio onde me abrigar
— há um prédio e abrigo-me na empena do prédio
— espero que pare de chover
— mas chove cada vez mais
— o vestido molhado cola-se ao corpo
— um automóvel pára na estrada em frente de mim
— por gestos convida-me a entrar no carro
— recuso com um sorriso
— ele sai do carro e vem ter comigo
— insiste para me abrigar no carro
— delicadamente agarra a minha mão e leva-me para o carro
— eu deixo-me ir sem opor resistência
— coloca o braço por cima do meu ombro protegendo-me da chuva com a gabardina
— abre a porta do carro e eu entro
— liga o ar condicionado, arranca e pára pouco à frente num beco sem saída. Diz para aguardarmos ali até que deixe de chover
— oferece-me um cigarro. Aceito e agradeço
— sinto-o a olhar-me
— o olhar dele é cada vez mais insistente e insinuante
— fico constrangida
— olha para as minhas pernas, para o vestido todo colado ao corpo
— põe uma mão nos meus joelhos e, veladamente, tenta separá-los
— tiro a mão dele de cima dos meus joelhos
— insiste e volta a insistir
— passa a outra mão pelo meu pescoço
— puxa-me pelos cabelos para trás e beija-me
— vai descendo com a boca até aos meus seios, por cima do vestido colado ao corpo
— morde-me os mamilos erectos do frio
— com a outra mão continua a acariciar-me as coxas
— toca-me no sexo por cima das cuecas
— fecho os olhos e deixo de resistir. Sinto os joelhos quentes e a tremer. Uma onda de calor sobe pelas coxas até às minhas entranhas
— puxa o vestido para cima, deixando-me exposta
— mete a mão pelo decote do vestido dentro do sutiã
— a outra mão continua no meu sexo
— com a minha mão procuro o sexo dele
— sinto-o por cima das calças, está duro
— puxa-me pelos cabelos até ao colo
— e esfrega a minha cara no seu sexo
— tira o sexo para fora e ordena: «chupa-o!»
— obedeço
— reclina o banco para trás e fica deitado no banco
— continuo a chupá-lo
— mas, quando menos espera, sento-me em cima dele e enterro-me toda
— cavalgo-o até nos virmos os dois
— abro a porta do carro, saio e vou-me embora.
— parou de chover
— um refrescante cheiro a terra húmida paira no ar.
23 novembro 2010
O piropo de hoje é a cópula de amanhã
- Olá, Estrela! Queres Cometa?
(à chegada da estagiária ao jornal)
(à chegada da estagiária ao jornal)
A sua verborreia libidinosa apanhava de surpresa as estagiárias que passavam por aquela redacção. Poucas foram as que não sucumbiram aos seus estranhos encantos.
No início elas riam-se de tão caricata figura - feio, baixo e pouco elegante. Depois, começavam a não perceber por que razão ele as perturbava tanto. Seria a voz ou a força poderosa da palavras que mexia com elas daquela forma?
Ao fim destes anos, fui levada a concluir que a falta de pudor pode ser o melhor amigo do homem e o amante mais chegado da mulher. As mulheres gostam da linguagem despudorada deles. Podem até corar. Fazer de conta que não ouvem. Rir. Contra-atacar com o desprezo.
Mas no íntimo de cada uma mora o desejo de tornar aquele piropo primário num facto irremediável e inelutável.
(O Sexo e a Cidália - NS - Condensado e adaptado pelo Trolha)
(O Sexo e a Cidália - NS - Condensado e adaptado pelo Trolha)
22 novembro 2010
Dança do varão
Levei-te a jantar ao Cafeína. Estavas eufórica e querias passear junto ao mar. Descemos a rua e caminhámos em direcção ao Castelo do Queijo.
Os candeeiros e as árvores espreitavam através da névoa espessa que tudo envolvia. O ar estava carregado de uma humidade desagradável mas não estava frio. De repente, largas-me da mão e desapareces, como por encanto, na névoa branca. Corro na tua direcção e não te vejo. Sinto que estás por ali e talvez me estejas a ver. Encontro-te agarrada a um candeeiro de metal esverdeado, em pose sensual, a simulares a dança do barão.
Aproximo-me, silenciosamente, e agarro-te por trás. Aperto-te com força contra o barão e levanto-te a saia. Ficas toda exposta com as meias de liga, presas ao corpete preto, sem cuecas. Corro o fecho das calças, desço os boxers e enterro-me em ti com sofreguidão. Tu empinas o mais que podes o rabo e eu tento encaixar-me melhor segurando-te pelas pernas. Ficas suspensa no ar e agarras-te ao pé do candeeiro. Começam a faltar-te as forças. Ainda tentas virar-te para me abraçares mas não consegues e estatelas-te no chão.
20 novembro 2010
Convite para jantar
- Convida, num dia destes, a tua amiga para um jantar em minha casa
- Hmmmmmmmmmmm .... Andas a magicar alguma.
- Não, não magico nada. Mas quem sabe não acontece um momento mágico e as duas ficam abertas a tudo?
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- Hmmmmmmmmmmm .... Andas a magicar alguma.
- Não, não magico nada. Mas quem sabe não acontece um momento mágico e as duas ficam abertas a tudo?
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19 novembro 2010
Prego no pão a pingar no chão
Frequento, no verão do meu contentamento, a Esplanada do Alex. Passe a publicidade, tem o melhor prego em pão que conheço.
Carne suculenta e abundante a pingar no chão. O que aquele prego no pão me faz lembrar não lembra ao diabo.
Carne suculenta e abundante a pingar no chão.
O que aquele prego no pão me faz lembrar não lembra ao diabo.
15 novembro 2010
Jogos eróticos (cerejas com chantilly)
Sentado no sofá, vias televisão .
Ela levanta-se, de repente, e dirige-se à cozinha.
Traz do frigorífico dois recipentes de vidro: um com cerejas lavadas e escorridas e o outro mais pequeno com chantilly. Ela sabe como tu és guloso por cerejas.
- Despe-me! - ordenou ela.
Logo após, venda-te os olhos com um lenço escuro.
E explica-te o jogo: «Vou deitar-me aqui no sofá. Se queres comer as cerejas, vais ter de as encontrar algures no meu corpo. Só podes utilizar a boca e a língua. Se te demorares muito ou se as procurares com demasiada sofreguidão, quem come as cerejas sou eu.».Passa um cereja pelo chantilly e cola-a no pescoço.
- Essa foi muito fácil de descobrir, sorte de principiante - disse ela.
Tu sorris, agradeces e comes a cereja.
Cola um cereja com chantilly em cada um dos mamilos. Tu, levado por uma qualquer intuição, acertas de imediato no alvo. Comes as cerejas e aproveitas para morderes com os lábios aqueles mamilos erectos da excitação.
- Porra, pareces bruxo ! - estranhou.
- Ahhhhhhhh .... desta vez, lixas-te ! Demoraste muito tempo. Esta como-a eu - esclareceu.
- Vamos à próxima.
Tu passaste suave e demoradamente a língua pelo pescoço, pelos mamilos, percorreste todo o seu alto ventre, desceste até à genitália. Nada. Braços, pernas, quadris. Nada.
- Desculpa, mas não tens qualquer cereja no teu corpo.
- Tenho duas cerejas no meu corpo - insistiu ela.
Fez-se luz na tua mente.
Abocanhaste-A e retiraste lá de dentro duas cerejas gordas lambuzadas de chantilly e de algo mais com sabor indescritível.
Ela levanta-se, de repente, e dirige-se à cozinha.
Traz do frigorífico dois recipentes de vidro: um com cerejas lavadas e escorridas e o outro mais pequeno com chantilly. Ela sabe como tu és guloso por cerejas.
- Despe-me! - ordenou ela.
Logo após, venda-te os olhos com um lenço escuro.
E explica-te o jogo: «Vou deitar-me aqui no sofá. Se queres comer as cerejas, vais ter de as encontrar algures no meu corpo. Só podes utilizar a boca e a língua. Se te demorares muito ou se as procurares com demasiada sofreguidão, quem come as cerejas sou eu.».Passa um cereja pelo chantilly e cola-a no pescoço.
- Essa foi muito fácil de descobrir, sorte de principiante - disse ela.
Tu sorris, agradeces e comes a cereja.
Cola um cereja com chantilly em cada um dos mamilos. Tu, levado por uma qualquer intuição, acertas de imediato no alvo. Comes as cerejas e aproveitas para morderes com os lábios aqueles mamilos erectos da excitação.
- Porra, pareces bruxo ! - estranhou.
- Ahhhhhhhh .... desta vez, lixas-te ! Demoraste muito tempo. Esta como-a eu - esclareceu.
- Vamos à próxima.
Tu passaste suave e demoradamente a língua pelo pescoço, pelos mamilos, percorreste todo o seu alto ventre, desceste até à genitália. Nada. Braços, pernas, quadris. Nada.
- Desculpa, mas não tens qualquer cereja no teu corpo.
- Tenho duas cerejas no meu corpo - insistiu ela.
Fez-se luz na tua mente.
Abocanhaste-A e retiraste lá de dentro duas cerejas gordas lambuzadas de chantilly e de algo mais com sabor indescritível.
10 novembro 2010
Pet Girls (escravas sexuais «à la carte»).
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09 novembro 2010
Homens solitários, bestas de inquietação
Exaltada, massacras-me o juízo,
Aos gritos, atiras-me à cara coisas horríveis,
Determinada, arrasas-me.
Olhas para mim com desprezo, farrapo humano, feito em cacos.
E seduzes-me e entesas-me,
E devoras a minha pele, faminta de sal,
A tua língua na minha língua, no meu sexo,
No meu sexo que é o teu,
Violento, brutal, violento.
Rasgo as tuas roupas com a violência dos homens solitários.
Esmago o teu corpo no meu corpo com a brutalidade dos homens feitos bestas de inquietação.
Possuo-te selvaticamente
E sinto o teu prazer eco do meu prazer.
Aos gritos, atiras-me à cara coisas horríveis,
Determinada, arrasas-me.
Olhas para mim com desprezo, farrapo humano, feito em cacos.
E seduzes-me e entesas-me,
E devoras a minha pele, faminta de sal,
A tua língua na minha língua, no meu sexo,
No meu sexo que é o teu,
Violento, brutal, violento.
Rasgo as tuas roupas com a violência dos homens solitários.
Esmago o teu corpo no meu corpo com a brutalidade dos homens feitos bestas de inquietação.
Possuo-te selvaticamente
E sinto o teu prazer eco do meu prazer.
05 novembro 2010
Mulheres de tomates
Quando dançava na discoteca com um grupo de amigas, não pude deixar de reparar nela e no seu olhar matador de predadora sexual.
Na casa de banho, enquanto retocava a pintura irreconhecível depois de horas de sauna na pista de dança, sou agarrada por trás e empurrada de encontro ao lavatório. Atónita, não reagi. Ela apalpou o que quis apalpar: o rabo, as mamas, as coxas e a púbis. Refeita da surpresa inicial, consegui libertar-me e fugir.
Queres saber o que senti? Não vou negar que estremeci toda. Inebriada pelo álcool e pela música, claro que senti prazer em ser apalpada e acho até que gemi. Não acredito que uma mulher não sinta prazer em ser apalpada naquelas condições: por um homem ou por outra mulher.
04 novembro 2010
Bem orientada com ou sem GPS
- Olá, João!
- Olá!
- Nunca mais se apresentou à psicóloga? Tem medo que lhe descubra os podres?!!!!
- Como? Não estou a entendê-la.
- Não falas comigo. Ficaste logo saturado daquilo a que chamas conversa da treta?
- Sim ... detesto conversa da treta. Mas a nossa conversa era conversa da treta?
- Para mim não foi. Tu é que, assim , a classificaste.
- Ah! E estás disposta a mudar de rumo? A mudar de rumo ao rumo da conversa?
- Queres que eu rume a norte, é ???!!!
- Podes rumar a norte para depois nos dirigirmos ao centro.
- Estou a ber-te. Será que me vou nortear? Mas para isso seria necessário que estivesse desnorteada.
- Diz-me uma coisa: andas bem orientada?
- Olá!
- Nunca mais se apresentou à psicóloga? Tem medo que lhe descubra os podres?!!!!
- Como? Não estou a entendê-la.
- Não falas comigo. Ficaste logo saturado daquilo a que chamas conversa da treta?
- Sim ... detesto conversa da treta. Mas a nossa conversa era conversa da treta?
- Para mim não foi. Tu é que, assim , a classificaste.
- Ah! E estás disposta a mudar de rumo? A mudar de rumo ao rumo da conversa?
- Queres que eu rume a norte, é ???!!!
- Podes rumar a norte para depois nos dirigirmos ao centro.
- Estou a ber-te. Será que me vou nortear? Mas para isso seria necessário que estivesse desnorteada.
- Diz-me uma coisa: andas bem orientada?
03 novembro 2010
Boa onde?
«És boa onda», mensagem (sms) dele.
E a mim só me apetece perguntar-lhe: sou boa onde?
Aposto que não saberia como responder-me.
E a mim só me apetece perguntar-lhe: sou boa onde?
Aposto que não saberia como responder-me.
02 novembro 2010
Técnicas de sedução.
Queres seduzi-lo ou deixá-lo pelo beicinho?
Esconde o que mostras e mostra o que escondes.
Esconde o que mostras e mostra o que escondes.
01 novembro 2010
À sua total mercê.
- Acho que deves experimentar tudo e realizar todas as tuas fantasias.
- Tudo, tudo, não. Acho que nao tenho mentalidade para isso. Sou simples. Podes pensar que não mas sou.
- Que fantasia gostarias de realizar e achas que não és capaz?
- Quero ter um encontro às cegas com um desconhecido e ficar à sua total mercê. Isso vai ser mesmo uma loucura!.
- Hmmmmmmm ....
- Mas a minha fantasia és TU!
- Tudo, tudo, não. Acho que nao tenho mentalidade para isso. Sou simples. Podes pensar que não mas sou.
- Que fantasia gostarias de realizar e achas que não és capaz?
- Quero ter um encontro às cegas com um desconhecido e ficar à sua total mercê. Isso vai ser mesmo uma loucura!.
- Hmmmmmmm ....
- Mas a minha fantasia és TU!
31 outubro 2010
BEMBOM
- Apetece-te algo?
- Apetecer até apetece. Mas despedi o Ambrósio.
- Ah, despediste aquele mordomo, pedante, viciado em mordomias. E, agora, andas à míngua sem ter quem que dê o BEMBOM.
- Apetecer até apetece. Mas despedi o Ambrósio.
- Ah, despediste aquele mordomo, pedante, viciado em mordomias. E, agora, andas à míngua sem ter quem que dê o BEMBOM.
28 outubro 2010
Técnicas de masturbação
Fechas os olhos e esfregas com a palma mão para cima e para baixo
Sabe tão bem!!!
Apertas os lábios
Saboreias os teus lábios passeando neles, de forma discreta, a língua em semi-círculos
Não aguentas mais. É incontrolável. É mais forte do que tu
Pensas obsessivamente em te vires
Queres ter um orgasmo
Levantas-te da cadeira e vais à casa de banho
Colocas as mãos no lavatório
Desces as cuecas
Encostas-te e esfregas-te no lavatório para cima e para baixo
Toda exposta
Imaginando que um desconhecido te toma por trás pressionando-te contra o lavatório
Tens um orgasmo indescritível e avassalador.
Lavas as mãos, arranjas-te, dás um jeito ao cabelo
E voltas para o teu posto de trabalho.
25 outubro 2010
18 outubro 2010
As minhas incursões no Facebook
Ó joão não sei ao certo quem tu és ,mas tenho te a dizer que é melhor te dedicares as obras mesmo,as mulheres que passaram na tua vida deixaram danos irreparavéis na tua personalidade ,sabes quem é o teu altar elgo??!!!! se souberes melhor senão só obras de trolha te valem
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