02 janeiro 2009

Violada na praia por um desconhecido

Gostava daquela praia por ser tranquila e estar, normalmente, deserta, nos dias de semana.

Naquele dia fui só. Cheguei tarde. Estendi a minha toalha, tirei a roupa, ficando totalmente nua. Agarrei a roupa e guardei-a no saco. Deitei-me e depois de pôr creme e apanhar um pouco de sol fui tomar banho.

Estava uma tarde maravilhosa. Sem vento e uma temperatura amena. Estendi-me na toalha e relaxei de tal modo que adormeci.

Ao acordar estava só. Não havia ninguém na praia e era tarde, quase escurecendo. O melhor momento do dia.

Aproximei-me da margem junto da água. As ondas acariciavam as minhas pernas e chegavam junto da minha «ratinha». Sentir as ondas a bater nos meus lábios vaginais e no meu clítoris dava-me calafrios. Sem poder evitá-lo, comecei acariciar-me.

Passei algum tempo, assim, de olhos fechados, com a mão nos meus lábios vaginais, brincando com os pêlos púbicos, e acariciando o meu botão de prazer, quando abri os olhos e o vi alí ao meu lado.

Alto, moreno, corpo quase perfeito. Com o pénis de fora, erguido, enorme, duro, desafiante. Impossível desviar a vista. Impossível resistir. Chamava-me sem palavras.

Aproximei-me dele, arrastando-me pela areia, sem me levantar. O seu pénis ficou à altura da minha cara. Era uma tentação demasiado grande. Comecei a chupá-lo e a lamber a glande quente e macia.

Era uma loucura. Calafrios percorriam o meu corpo e faziam eriçar os pêlos púbicos. As suas mãos empurraram-me de encontro à areia.

O corpo dele colou-se ao meu. O seu pénis procurava a minha vagina com sofreguidão. Penetrou-me, enterrando-a toda até ao fundo.

Ondas de prazer agitaram o meu corpo. Um, dois, três orgasmos invadiram-me sem poder evitá-los. Senti o seu sémen a escorrer dentro de mim. As suas mãos apertavam as minhas nádegas. Fundimo-nos num só.

Acordei deitada na areia, tonta e incrédula. Seria sonho ou realidade ?

8 comentários:

I.D.Pena disse...

Isto veio de aonde ?

-Memórias de uma gaja que foi violada e esqueceu-se por quem ?

-Amnésia selectiva marítima

Ou é simplesmente o teu lado feminino a sair para fora ? Hahaha

De qualquer forma devo dizer que dava um belo conto erótico para as revistas cor de rosa.

"Acordei deitada na areia, tonta e incrédula. Seria sonho ou realidade ?"

É fácil responder a isto , é sinal que não estava sóbria e se calhar isso são sintomas de uma ressaca.

lenor disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anónimo disse...

Dizem que a areia não é uma boa cama, que tem muitas areias, e se uma no sapato incomoda muita gente, imagine-se na ponta ou lá no fundo!
sinuosa

Olinda disse...

em sonho ou não: quis. não houve violoção. se além de tonta e incrédula estava viscosa é porque não sonhou. :-)se assim for, o próximo passo: análises ao VIH. :-D

Anónimo disse...

Oh pá, nunca ninguém conseguiu eriçar os meus pêlos púbicos! Serei normal??

Carpe Diem

Trolha disse...

I.D.Pena,
O sonho comanda a vida. Mas há sonhos que viram realidade e há realidades que nem sonhamos.
Bjs

Trolha disse...

Carpe Diem,
Se não te deixam eriçada é pq o galo não faz o trabalho de casa.
Bjs

Trolha disse...

Se achas que a areia das nossas praias é incomodativa, Sinuosa, tenta fazer amor nas praias do Caribe. Aquilo não é areia: é farinha para bolos, finíssima. Boa para os amassos ... mas com consequências trágicas.
Bjs