02 novembro 2006

POESIA EXPERIMENTAL

O silêncio é de ouro


Orignal. Proibida a sua reprodução.




6 comentários:

Bartolomeu disse...

o silêncio é de ouro
a sua pele dourada
quando ao sol abandonada

o meu silêncio é de ouro
quando ela, semi-adormecida
em meus braços, a meus beijos oferecida

O meu silêncio é de ouro
quando o olhar dela
livre, se projecta para além de uma janela

o meu silêncio é de ouro
quando uma lágrima desliza
no seu rosto, do seu olhar, suave brisa

tiagugrilu disse...

Chavalo, o Tirano de Siracusa tb não gosta do Chegar_Partir. Tou agora a gozar 1 bocadinho com ele. Passa lá no blog "and see for yourself"

sinuosa disse...

Bartolomeu, vai ver os comentários do post "Sexo...muito...puro...e duro" e responde;
outro poema muito bonito :)

tiagugrilu disse...

Há novidades lá para os meus lados... Passa nos comments e vê.

Gosto desta poesia, mas prefiro a outra. Procura o LIXO-LUXO do Augusto de Campos. Muito bom.

sinuosa disse...

trolha, vou fazer outro comentário que aquele estava pateta :)
é assim, quando se escreve um poema, seja ele experimental ou não, está-se a passar uma mensagem e os outros a captar uma mensagem diferente da de quem escreve, uma vez que é alterada pela interpretação que o leitor lhe dá; fica assim tipo M(E)->M(E+L);
ora bem, quando li (vi) o teu poema do silêncio é de ouro, eu achei que aprecias o silêncio, que o achas tão valioso e nobre como o ouro e mais ainda, se estiveres numa situação de barulho de fundo que te irrita e desconcentra (o blablabla de fundo);
por outro lado, o valor que deste nesse dia ao silêncio pode ter outras causas, como por exemplo, não teres dado uma resposta, teres mantido um silêncio que te deu muito mais prazer por estares a proporcionar também muito mais prazer à pessoa que apenas ficou a escutar o teu silêncio... de ouro

sinuosa disse...

tiagugrilu, tu já te apercebeste que há dois bloggers aqui no SEXO VIRTUAL?
o trolha xavalo e a sinuosa;
que às vezes parece que falas comigo a pensares que estás a falar para o trolha...